segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Confissões de um estagiário
Como estagiário, aprendi milhões de coisas e fui muito bem sucedido nas minhas funções. Juro que não entendo o porquê de me demitirem…
Eu tinha várias funções que fazia com excelência, entre elas:
1. Tirar xerox. 3.1 segundos por página.
2. Passar café.
3. Comprar cigarro e pão. 1 minuto e 27 segundos. Ida e volta.
4. Fazer jogos na Mega-Sena, Du pla-Sena, Lotofácil, Loteria Esportiva…
Eu era muito bom. Mesmo. Fazia tudo certinho, até que peguei uma certa confiança com o pessoal e resolvi fazer uma brincadeirinha inocente.
É impressionante o nível de stress em um ambiente de trabalho.
Quis dar uma amenizada na galera, deixar o povo feliz e fui recompensado com uma bela de uma demissão por justa causa. Puta sacanagem!
Vou contar toda minha rotina desse dia catastrófico.
Era quinta-feira, 26 de março, quando cheguei ao trabalho.
Nesse dia, passei na padaria no meio do caminho. Demonstrando muita proatividade, comprei pão e 3 Marlboro. Já queria ter na mão sem nem mesmo me pedirem. Quando abri a agência (sim, me deixam com a chave porque o pessoal só começa a chegar lá pelas 11h), já vi uma montanha
de folhas para eu xerocar na minha mesa. Xeroquei tudo, fiz café e deixei tudo nos trinques (minha mãe que usa essa gíria rs).
Como tinha saído um pouco mais cedo no outro dia, deixaram um recado na minha mesa: “pegar o resultado da mega-sena na lotérica”.
Como tinha adiantado tudo, fui buscar o resultado. No meio do caminho, tive a ideia mais genial da minha vida e, consequentemente, a mais estúpida.
Peguei o resultado do jogo: 01/12/14/16/ 37/45. E o que fiz?
Malandro que sou, peguei uns trocados e fiz uma aposta igual a essa.
Joguei nos mesmos números, porque, na minha cabeça claro, minha brilhante ideia renderia boas risadas. Levei os 2 papeizinhos (o resultado do sorteio e minha aposta) para a agência novamente.
Ainda ninguém tinha dado as caras. Como sabia onde o pessoal guardava os papeis das apostas, coloquei o jogo que fiz no meio do bolinho e deixei o papel do resultado à parte.
O pessoal foi chegando e quase ninguém deu bola pros jogos. Da minha mesa, eu ficava observando tudo, até que um cara, o Daniel, começou a conferir.
Como eu realmente queria deixar o cara feliz, coloquei a aposta que fiz naquele dia por último do bolinho, que deveria ter umas 40 apostas.
Coitado, a cada volante que ele passava, eu notava a cara de desolação dele. Foi quando ele chegou ao último papel.
Já quase dormindo em cima do papel,vi ele riscando 1, 2, 3, 4, 5, 6 números. Ele deu um pulo e conferiu de novo.
Esfregou os olhos e conferiu de novo, hahahaha. Tava ridículo, mas eu tava me divertindo.
Deu um toque no cara do lado, o Rogério, pra conferir também.
Ele olhou, conferiu e gritou:
-”PUTA QUE PARRRRRRRRIUUUUUUUU UU, TAMO RICO, PORRA”. Subiu na mesa, abaixou as calças e começou a fazer girocóptero com o pau.
Óbvio que isso gerou um burburinho em toda a agência e todo mundo veio ver o que estava acontecendo.
Uns 20 caras faziam esse esquema de apostar conjuntamente. 8 deles, logo que souberam, não hesitaram: correram para o chefe e mandaram ele tomar bem no olho do cu e enfiar todas as planilhas do Excel na buceta da arrombada da mulher dele.
No meu canto, eu ria que nem um filho da puta. Todos parabenizando os ganhadores (leia-se: falsidade reinando, quero um pouco do seu dinheiro), com uns correndo pelados pela agência e outros sendo levados pela ambulância para o hospital devido às fortes dores no coração que sentiram com a notícia.
Como eu não conseguia parar de rir, uma vaquinha veio perguntar do que eu ria tanto. Eu disse:
-”puta merda, esse jogo que ele conferiu eu fiz hoje de manhã.
A vaca me fuzilou com os olhos e gritou que nem uma putalouca:
-”PAREEEEEEEEEEM TUDO, ESSE JOGO FOI UMA MENTIRA.UMA BRINCADEIRA DE MAU GOSTO DO ESTAGIÁÁÁÁÁÁÁRIO”
Todos realmente pararam olhando pra ela. Alguns com cara de “quê?” e outros com cara de “ela tá brincando”.
O cara que tava no bilhete na mão, cujo nome desconheço, olhou o papel e viu que a data do jogo era de 27/03.
O silêncio tava absurdo e só eu continuava rindo. Ele só disse bem baixo:
- É…é de hoje.
Nesse momento, parei de rir, porque as expressões de felicidade mudaram para expressões de ‘vou te matar’.
Corri… corri tanto que nem quando eu estive com a maior caganeira do mundo eu consegui chegar tão rápido ao banheiro.
Me tranquei por lá ao som de “estagiário filho da puta”, “vou te matar” e “vou comer teu cu aqui mesmo”. Essa última foi do peladão !
Eu realmente tinha conseguido o feito de deixar aquelas pessoas com corações vazios, cheios de nada, se sentirem feliz uma vez na vida.
Deveriam me dar uma medalha por eu conseguir aquele feito inédito. Mas não… só tentaram me linxar e colocaram um carimbo gigante na minha carteira de trabalho de demissão por justa causa. Belos companheiros!
Pelo menos levei mais 8 neguinho comigo ! Quem manda serem mal educados com o chefe. Eu não tive culpa alguma na demissão deles.
Pena que agora eles me juraram de morte…agora tô rindo de nervoso.
Falei aqui em casa que fui demitido por corte de verba (consegui justificar dizendo que mandaram mais 8 embora, rs) e que as ligações que tenho recebido são meus amigos da faculdade passando trote.
Eu supero isso, tenho certeza.
É, amigos, descobri com isso que não se pode brincar em serviço mesmo…”
10 mandamentos do helimodelista
1 – Estar interessado na parte técnica, estudar bastante, conhecer seus equipamentos em detalhes.
2 – Aprender a montar, regular, tanto a parte mecânica quando a eletrônica. Receber ajuda de outros modelistas é bom, mas faça por si também, não dá para ficar na mão dos outros para sempre. E quando aprender bem, ajude os outros, passe a sabedoria adiante!
3 – Conhecer todos os limites operacionais do equipamento.
4 – Conhecer o tempo de vida útil de componentes do seu avião ou helicóptero. Entenda quais são os componentes mais críticos e que sofrem mais stress durante os vôos.
5 – Criar cronogramas e relatórios de manutenção.
6 – Manter um HISTÓRICO ou LOGBOOK dos vôos, anotando uso normal e também as falhas ocorridas. É muito importante ter uma noção, um estudo sobre a freqüência que determinadas falhar ocorrem com a sua aeronave ou com uma marca de componente específico.
7 – Para aeronaves elétricas: entender a bateria utilizada, seguir os procedimentos consagrados para aumentar a vida útil da mesma. Entenda seu equipamento.
8 – Ainda para aeronaves elétricas: HISTÓRICO DAS BATERIAS.
9 – APRENDA e PRATIQUE os procedimentos de EMERGÊNCIA em vôo. No caso dos helicópteros aprenda a AUTO-ROTAÇÃO e ESTEJA PREPARADO(A) PARA EXECUTAR QUANDO FOR NECESSÁRIO, exatamente como um piloto de aeronaves reais. Isso poderá te salvar muito dinheiro.
10 – Aeromodelismo não é brincadeira: publico e torcida é legal e enche o ego, mas longe da aeronave! Vá em locais apropriados. Crie procedimentos de emergência em solo, principalmente para helicópteros, coisas simples do tipo, nunca deixar o rádio no solo “em pé” ao seu lado enquanto regula um avião, Algo simples como o vento poderia virar o rádio e acelerar seu avião/helicóptero contra você ou outros. Acreditam que eu já vi isso acontecer? Uma coisa que alguns acham exagero: use um óculos de proteção quando muito perto da aeronave durante procedimentos de manutenção ou ativação. Uma pedrinha no olho pode te custar muito. Também já vi isso acontecer.
INJUSTIÇAS DA LÍNGUA PORTUGUESA.
A Sociedade Feminina Brasileira se queixa do
tratamento machista existente
na Gramática Portuguesa, e com
razão...
Veja os exemplos :
Cão..............melhor amigo do homem.
Cadela..................puta.
Vagabundo ...........homem que não faz nada.
Vagabunda.............puta.
Touro....................homem forte.
Vaca....................puta.
Pistoleiro.................
Pistoleira..................
Aventureiro...........homem que se arrisca, viajante, desbravador.
Aventureira.............puta.
Garoto de rua..........menino pobre, que vive na rua,
um coitado.
Garota de rua...........puta.
Homem da vida........pessoa letrada pela sabedoria adquirida ao longo da vida.
Mulher da vida........puta.
O Galinha...............o 'bonzão', que traça todas.
A Galinha ................puta.
Tiozinho................irmão mais novo do pai.
Tiazinha...................
Feiticeiro...........
Feiticeira..............puta.
Roberto Jefferson, Zé Dirceu, Maluf, ACM, Jader
Barbalho, Eurico Miranda,
Renan Calheiros, Lula, Delúbio.........políticos.
A mãe deles...............putas.
E pra finalizar...
Puto.....................
Puta....................puta.
Depois de ler este texto
Homem.................vai sorrir.
Mulher...............vai ficar puta.
TAREC 2009 em Fortaleza
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Acidente c/ Aibus A340
Este espetacular AIRBUS 340-600, novinho em folha, é o maior avião de transporte de passageiro já construído. Estava estacionado à porta do hangar em Toulouse, França, sem uma horinha de vôo que seja.
Chegou a tripulação da ADAT (Abu Dhabi Aircraft Technologies) para realizar os testes preliminares no solo
(tais como ligação dos motores), antes da entrega da aeronave à ETIHAD AIRWAYS, de Abu Dhabi.
A tripulação da ADAT conduz o A340-600 pelo taxi-way (circulações periféricas) até a zona de descolagem.
Em seguida, elevaram todos os quatro motores para a potência de descolagem, com um avião praticamente vazio.
Sem terem lido os manuais de operação, não têm idéia do peso exato de um A340-600 vazio e como ele é leve assim.
O alarme de decolagem disparou no cockpit devido a todos os quatro propulsores se encontrarem na potência máxima.
Os computadores do avião assumiram que estavam tentando decolar, mas as configurações necessárias
(flaps, slats etc) não se encontravam posicionadas devidamente.
Um dos tripulantes da ADAT decidiu desligar o sensor de proximidade do solo para silenciar o alarme.
Este procedimento "engana" o avião, fazendo-o "pensar" que está no ar...
Os computadores libertaram então automaticamente todos os freios e dispararam o avião.
A tripulação da ADAT não fazia a menor idéia de que tudo isto é um sistema de segurança,
para impedir que os pilotos aterrizem o avião com os freios em funcionamento.
Nenhum dos sete homens da tripulação teve a idéia de inverter a potência das turbinas
da sua configuração máxima e, por isso, a aeronave novinha em folha (no valor de US$ 200 MM),
chocou em cheio numa barreira de decolagem, ficando parcialmente destruída.
Desconhece-se a extensão dos ferimentos sofridos pela tripulação, devido
ao blackout noticioso sobre o assunto, quer na França quer nos outros países.
A cobertura noticiosa do caso foi considerada como sendo insultuosa para os muçulmanos.
Só agora as fotos começam a ser divulgadas, meio que em segredo.
Por isso é que a natureza lhes deu CAMELOS...
Binho recebe helicóptero para reforçar sistemas de segurança pública, saúde e defesa social do Acre
O governador Binho Marques recebeu nesta quarta-feira, 26, na capital Federal, o helicóptero Esquilo AS 350 que atuará nos sistemas de segurança pública, saúde e defesa social do Acre a partir do dia 5 de setembro. A aeronave foi repassada ao governador durante Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para Segurança Pública (Interseg 2009), em Brasília, e recebeu o prefixo BR-CJD. As três últimas letras são as iniciais de Comandante João Donato, pai do músico João Donato, o primeiro a receber carteira de piloto para voar no Acre. Está pintado com as cores da Bandeira do Estado. "Por ser o de número 500 da Helibras é uma feliz coincidência. Está carregado de simbolismo da emancipação social do Acre", disse o governador.
| Governador Binho Marques, autoridades acreanas e representantes da empresa participaram da cerimônia de entrega do helicóptero para o Acre (Foto cedida) |
Participaram da cerimônia de entrega do helicóptero, a secretária de segurança pública, Márcia Regina; o senador acreano Tião Viana; o deputado estadual Walter Prado; o presidente do Fórum de Desenvolvimento Sustentável do Acre, ex-governador Jorge Viana; o presidente da Helibrás, Eduardo Marçon Ferreira e o vice-presidente da empresa, Eduardo Mauade.
O CJD vem integrar o conjunto de investimentos realizados pelo Governo do Acre em todas as áreas do desenvolvimento humano. É o primeiro destinado à região Norte pelo Governo Federal. A aeronave modelo Esquilo AS 350 B2, que estará em exposição na feira, é o primeiro helicóptero do Governo Acre e foi adquirida através de um convênio entre o Estado e a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça através do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).
Com capacidade para transportar cinco ou seis passageiros, além do piloto, apresenta desempenho adequado em altitudes elevadas e temperaturas altas. O helicóptero custou R$ 6,9 milhões e é o 500º fabricado pela Helibras, empresa que participou de uma concorrência nacional e propôs o melhor preço final para o equipamento. "Foi o menor preço e a gente comprou um bom produto. É interessante para o Estado também porque tem o melhor sistema de manutenção. A empresa fabricante é líder no mercado", explicou o governador.
O helicóptero vai atender às necessidades de segurança na fronteira do Acre com o Peru e a Bolívia com vistas ao advento da Estrada do Pacífico, que une o Brasil aos portos do Pacífico. Também atuará no interior do Estado, bem como às emergências em saúde e defesa civil, prestando apoio a moradores de localidades isoladas e em ações desencadeadas pela Vigilância Sanitária, ocorrências de trânsito e transporte de pessoas que precisam de cuidados em saúde.
Os investimentos em segurança pública não param na aquisição da aeronave. "Ela vem reforçar todo o esforço que vem sendo feito pelo governador Binho Marques e toda sua preocupação em fazer o melhor para a população do Acre", disse a secretária de Segurança, Márcia Regina. Para o próximo mês, informou Márcia, está prevista a assinatura do contrato de R$ 16 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), recursos que serão investidos em segurança.
"Vai diminuir o isolamento das comunidades", diz Binho sobre atuação nas ZAPs
A aeronave é considerada ‘multimissão' por se adequar aos mais diversos tipos de serviço. Está equipada com o que há de mais moderno em termos de sistemas de navegação, integrando mapas eletrônicos, computador de bordo, rádio multifrequencia. Para o presidente da Helibras Eduardo Marson Ferreira, a entrega do 500º helicóptero é um marco para a história da empresa. "Há trinta e um anos produzimos no Brasil aeronaves com a mesma tecnologia da Europa. Isso mostra que somos referência no mundo, ao oferecer equipamentos inovadores e na prestação diferenciada de serviços associados".
Com Pronasci, apoio ao Pelotão de Fronteira
Entre as missões do AS 350 B2 está o apoio ao Pelotão de Fronteira, que será criado no próximo mês de setembro com a participação das polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros. O pelotão atuará em questões de inteligência policial de fronteira, enfrentamento aos crimes ambientais e repressão a atividades típicas dessas regiões, como o tráfico de drogas e o contrabando. A ação do helicóptero possibilita acesso mais rápido e presença ostensiva na ocorrência do ilícito.
O Acre, lembrou o governador Binho Marques, não estava incluído no Pronasci mas o ministro Tarso Genro sensibilizou-se com a complexidade do Estado pela ótica da segurança pública e atuou para que fosse incluído que vem ampliando os mecanismos de defesa social em todo o País. "O helicóptero não é importante pelo que pode significar em si mas, porque faz parte de uma programa fundamental, que é o Pronasci", destacou Marques.
Convênio com Força Nacional de Segurança prepara operadores
O Esquilo AS 350 é o modelo mais utilizado pelas polícias do País, pois pode executar as mais diversas missões, tanto civis como policiais e militares. Monoturbina, helicóptero possui uma cabine espaçosa e apresenta diversos equipamentos opcionais. No Brasil, já foram entregues cerca de 360 helicópteros Esquilo. No total, mais de 1 milhão de horas já foram voadas no País. No Acre, sua operação se dará através de convênio entre a Secretaria de Segurança Pública com a Força Nacional de Segurança, que manterá, por dois anos, dois oficiais ministrando treinamento até que os co-pilotos adquiram 500 horas de vôo exclusivamente nessa aeronave. Após cumprir esse período, serão elevados à condição de pilotos oficiais.
FICHA TÉCNICA AS 350 B2
Peso máximo de decolagem: 2.250 kg
Peso máximo de decolagem com carga externa: 2.500 kg
Capacidade: 1 piloto mais 5 ou 6 passageiros
Motor: 1 turbina Turbomeca Arriel 1D1
Potência máxima na decolagem: 732 shp
Velocidade de cruzeiro rápido: 246 km/h
Alcance máximo: 666 km
Comprimento com rotor girando: 12,94 m
Comprimento da fuselagem: 10,93 m
Altura: 3,24 m
Diâmetro do rotor principal: 10,69 m
CIOPAER - DESASTRE AÉREO (29/12/2007) Laudo aponta falha humana
Dois anos depois do acidente fatal com o helicóptero do Ciopaer, o Diário do Nordeste teve acesso ao laudo
No dia em que completam dois anos do acidente com o helicóptero ´Águia 04´ do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que resultou em três tripulantes mortos e dois feridos graves, o Diário do Nordeste divulga, com exclusividade, o laudo final das investigações sobre o desastre aéreo. Um documento escrito em 18 páginas, assinado por dois oficiais do Estado-Maior da Aeronáutica, aponta que a queda da aeronave foi causada por falha humana. O piloto, conforme os especialistas, realizou uma manobra errada no momento do pouso, inclinando o helicóptero a um nível que provocou ´perda de controle de vôo”. O documento não cita nomes.
“O perfil (inclinação lateral) empregado extrapolou a capacidade de manobra da aeronave, provocando perda de controle de vôo próximo do solo”, revela o laudo assinado pelo brigadeiro-do-ar Jorge Kersul Filho, chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa); e pelo tenente-brigadeiro-do-ar, José Américo dos Santos, oficial chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (Emaer).
Investigação
O laudo foi concluído no dia 8 de agosto último - exatos um ano e oito meses depois do acidente - mas foi mantido em sigilo. Ontem, o Diário obteve uma cópia do documento.
Durante as investigações, os peritos do Cenipa afastaram a hipótese de falha mecânica. Concluíram que a aeronave - de marca Esquilo, modelo AS-350 B2, fabricada em 2001, com 1.679 horas voadas - não apresentava nenhum defeito. Estava com seu certificado de navegabilidade válido e havia sido submetida a uma recente revisão geral. As cadenetas de vôo estavam atualizadas. ´Conforme análise dos destroços, todos os sistemas da aeronave apresentavam funcionamento normal até o momento da colisão no solo´, atestam os peritos.
Os técnicos também descartaram outros fatores para o acidente, como condições climáticas. “A tripulação estava ciente das condições meteorológicas da região. A visibilidade era maior ou igual a 10 metros e o teto não impossibilitava a operação de tráfego padrão para helicópteros”, diz o laudo.
Manobra
O laudo do Cenipa revela ainda que, antes da manobra final que resultou na tragédia, o piloto tentou um primeiro pouso, mas teve que arremeter no ar, ´com curva para a esquerda, ingressando num tráfego encurtado.´ O histórico do acidente é assim descrito: ´Neste segundo tráfego (manobra), executado a um altura aproximada de 150 pés, ao final da curva base, a aeronave encontrava-se em curva para a esquerda, com elevado grau de inclinação quando, repentinamente, perdeu altura e, mantendo a inclinação lateral, veio a colidir com o terreno.´
Dos cinco tripulantes, três tiveram morte imediata. Eram o major PM Lindemberg Antônio Austregésilo de Andrade (piloto), a major BM Rosana Buson Pompeu de Sousa Brasil e o soldado PM Roberto Pacheco da Costa. Ficaram feridos o sargento PM Burton Deyves Gomes de Araújo e o sargento BM José Júnior Lopes da Silva (promovido a subtenente).
Dos dois feridos, apenas um deles está totalmente recuperado. Trata-se do sargento Burton. O subtenente Lopes hoje vive em estado vegetativo, conforme o Diário denunciou em matéria especial publicada na edição de ontem (28).
Lopes sofreu uma embolia e, desde então, não consegue mais falar nem andar. Vive acamado e sob os cuidados de sua esposa. Para complicar ainda mais a vida da família do militar, o governo cortou a gratificação que ele recebia.
PREVENÇÃO
Peritos explicam que documento não objetiva apontar culpado
O laudo elaborado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), segundo os peritos, não tem por finalidade ´determinar culpa ou responsabilidade, mas, sim, exclusivamente, o de prevenir acidentes aeronáuticos. O relatório final é um documento técnico que reflete o ponto de vista do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer) em relação às circunstâncias que podem ter contribuído para a ocorrência, bem como, estabelece providências para a prevenção de futuras ocorrências (acidentes).”
Testemunhas
Além de fazer levantamentos técnicos sobre as condições da aeronave e de analisa as condições de vôo e sua realização, os peritos do Cenipa também tomaram o depoimento de testemunhas do desastre aéreo.
“Testemunhas citaram que o piloto teria perfeito domínio sobre a aeronave Esquilo, dada a ‘facilidade e habilidade’ com que conduzia o vôo, executando manobras não realizadas pelos demais. Era o piloto que contava com a maior quantidade de horas de vôo na organização e mantinha uma elevada disponibilidade para a atividade aérea”, relataram os peritos se referindo ao major Lindemberg Austregéslio de Andrade, que comandava o ‘Águia’.
CONSTATAÇÃO GRAVE
Descontrole dominava ações do Ciopaer
Em meio às conclusões sobre o desastre que matou três integrantes do Ciopaer, os peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) fizeram duras críticas ao modo como o Ciopaer funcionava. Não havia, segundo os oficiais, nenhum controle de gerenciamento sobre as aeronaves e sua utilização em operações.
´Os pilotos da organização tinham como hábito realizar os treinamentos de formação e manutenção operacional, em geral, ao final de suas missões operacionais, por sua própria iniciativa, sem um escalação prévia ou seqüência padronizada. Seu desempenho também não era registrado pelo setor de operações”, diz o Cenipa.
Em outro trecho do laudo, os peritos são ainda mais contundentes sobre a desorganização que havia no Ciopaer à época do desastre. “O setor de operações do grupamento aéreo não mantinha um controle adequado do treinamento dos tripulantes. Os comandantes das aeronaves realizavam seus treinamentos em aproveitamento das missões operacionais, sem um devido controle.´
Desorganização
O laudo segue: ´Havia uma cultura informal na organização, que não incentivava a participação de todos os componentes em prol da operacionalidade e da segurança de vôo. Há indícios de que no grupamento aéreo não havia um ambiente adequado para que os demais membros da tripulação pudessem intervir na condução do vôo, de forma a manter o mesmo em elevada condição de segurança.´
De forma categórica, os peritos da Aeronáutica afirmaram que o desfecho trágico do acidente também ocorreu “em função da falta de acompanhamento e controle no desempenho das tripulações, propiciando comportamentos não padronizados e a inserção de uma cultura informal e não participativa no trato de assuntos de segurança de vôo.´
Como parte de sua função, o Cenipa colocou no laudo um elenco de recomendações para minimizar os riscos de um novo acidente com as aeronaves do Ciopaer. Entre as recomendações estão: ´Implementar um programa mínimo de manutenção operacional e reciclagens práticas e teóricas que atenda às necessidades de treinamento de todos os seus tripulantes.”
Outra recomendação é: ´Adotar uma metodologia para a execução, controle e supervisão do cumprimento do programa de manutenção operacional e reciclagens prática e teórica de todos os tripulantes da AS-350 (modelo das aeronaves da frota do Ciopaer).
Os peritos assinalam que, no dia 25 de agosto de 2006, foram encaminhadas à Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social recomendações sobre segurança de vôo.
Aeronave caiu quando retornava para o hangar
Era a tarde do dia 29 de dezembro de 2005, quando o helicóptero ´Águia 04´ do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) retornava para a base depois de mais um vôo de patrulhamento sobre Fortaleza. Horas antes, a equipe havia participado de uma operação exitosa na caça a assaltantes. Por volta das 16h030, a aeronave, comandada pelo major PM Lindemberg Austregésilo de Andrade (piloto), e pela major BM Rosana Buson Pompeu (co-piloto), se aproximava do hangar quando, de repente, despencou de uma altura aproximada de 300 metros. A aeronave não explodiu. Porém, ficou completamente destroçada.
Os dois oficiais tiveram morte imediata, assim como o soldado PM Roberto Pacheco da Costa. Gravemente feridos ficaram outros dois tripulantes: o sargento PM Burton Deyves Gomes de Araújo e o soldado BM José Júnior Lopes da Silva. O primeiro conseguiu se recuperar das lesões. Já o soldado Júnior, do Corpo de Bombeiros Militar, não teve a mesma sorte e hoje vive em estado vegetativo em sua residência. Durante quase dois anos, as autoridades mantiveram total silêncio sobre as causas do fato, que só vieram a tona agora, diante do trabalho de jornalismo investigativo da equipe do Diário. O silêncio das autoridades inquietava os familiares das vítima, bem como, os seus colegas de farda.
FONTE: DN
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Hibridos no céu - Aviões elétricos
Uma nova vertente nessa busca ao Santo Graal apareceu esta semana em Oshkosh, Wisconsin, uma feira onde se pode ver de tudo em termos de tecnologia aeronáutica ainda em desenvolvimento. A festa é bem diferente de Farnborough e Le Bourget, onde tais novidades já são apresentadas em pacotes finalizados e prontos para o uso da clientela. Seu objetivo é dar espaço para projetistas menores, porém não menos capazes de criar soluções a serem testadas. Na edição desse ano, o que mais chama a atenção é um protótipo - que seria o primeiro – de um motor de aviação, a hélice, no qual a propulsão se dá pela combinação de combustível fóssil – gasolina de aviação – com um motor elétrico.
Esse caminho vem sendo trilhado rapidamente na indústria automobilística e na prática traduz-se já como a grande revolução em termos de geração de movimento por permitir que pequenos motores gerem grande quantidade de potência elétrica, cuja perda até as rodas é quase zero. Em vez de carros totalmente empurrados por baterias, surgem combinações que aproveitam a queima – não necessariamente de derivados de petróleo, mas também de etanol. No último Salão do Automóvel de Paris, ano passado, vi um protótipo de competição da Peugeot com potência de 340 hp. O detalhe era que a unidade motriz nas rodas dianteiras era um 1.6 litros de 140 hp, porém também alimentava dois motores elétricos nas rodas traseiras, de 100 Kw de potência cada. O bólido tem consumo de carro de passeio e máxima de 300 km/h!
Em Oshkosh, a ideia da companhia alemã Flight Design é ser um passo para um avião elétrico. Como as aeronaves precisam de pouca potência para a sustentação no voo, o motor tem apenas 115 hp (um Rotax) e é acoplado a um motor elétrico de potência equivalente a 40 cv. Quando há a necessidade de maior empuxo – decolagem ou pouso – o piloto aciona os dois sistemas. Com isso o protótipo de quatro lugares decola com 160 cv. Em altitude, o motor elétrico é desacoplado e a unidade a gasolina continua o voo com um consumo menor.
Ainda seguindo o mesmo padrão dos carros, o sistema também possui o regenerador de freios – o Kers, hoje uma ferramenta na F1. Quando o piloto prepara o pouso, reduzindo a velocidade, a hélice vira um recarregador da bateria para o próximo voo. De acordo com o projetista, Oliver Reinhardt, o híbrido amplia ainda a segurança, já quem em caso de falha nos motores, o gerador elétrico sustenta o voo por um período de tempo que dá mais chances ao piloto de achar um pouso de emergência ou tentar sanar a pane.
Ainda de acordo com o projetista, o motor híbrido foi planejado para o protótipo que ajuda a fazer voar. O mais interessante é que a tecnologia desenvolvida não forçou o pessoal das pranchetas a uma busca por novos materiais, como a aviação comercial vem desesperadamente fazendo. Todos os componentes no motor são baseados em componentes existentes no mercado desde a década de 30, no século passado. O resultado foi uma combinação de eficiência energética, eficiência em ruído e viabilidade econômica.
O caminho é longo. Jatos, por definição, precisam da queima do combustível para aquecer o ar das palhetas das turbinas. Isso o motor elétrico não faz. Mas o mercado de aviões comerciais a hélice, que ganhou novo impulso com a chegada dessas peças com desenho inovador – em fibra de carbono, com seis pás, resultando em menor ruído e consumo – deve prestar atenção. Há muito o que se aproveitar.
Fonte: Glide Slope
Líder do Governo rebate nota da Veja sobre licitação de helicóptero
O líder do Governo na Assembléia Legislativa, Nelson Martins (PT), divulgou, na manhã desta terça-feira, uma nota oficial que o Governo do Estado enviou para a Revista Veja, esclarecendo informações sobre contratações de aeronaves repassadas na coluna Holofote, assinada pelo jornalista Felipe Patury.
“A coluna não teve o mínimo que a ética jornalística exige, que é ouvir a outra parte, e publicou inverdades”, disse Nelson. A coluna informou que em maio o Ceará concluiu uma licitação para alugar um helicóptero para o governador Cid Gomes (PSB). Conforme a coluna, as características do edital levaram o Estado a selecionar um EC-130, um dos mais silenciosos do mercado. Esse, conforme a revista, seria o único aparelho disponível desse tipo no Ceará pertence à Terral Táxi Aéreo, de Dilson Araújo, irmão do empresário de quem o governador teria alugado para uma viagem ao Caribe.
Ainda conforme a coluna, a Terral teria fechado o contrato sem dar nenhum desconto e o Ceará pagaria por hora do helicóptero o mesmo valor de quem aluga o aparelho no balcão da empresa.
Segundo Nelson Martins, a licitação para o aluguel da aeronave ocorreu para uso do Governo do Estado e não para o governador, como foi cogitado na coluna. “Esse helicóptero é utilizado também pelos secretários e para outras necessidades do Estado, como transplantar órgãos”, afirmou.
Ainda segundo o líder do Governo, o edital para contratação não foi contestado após sua publicação. “Na nota, o Governo explica que pelo menos três modelos atendiam às especificações exigidas”, comentou. Para a elaboração do preço de referência, segundo Nelson, foram contratadas formalmente 50 empresas aéreas e, dessas, 10 manifestaram interesses formal em apresentar propostas para elaboração do preço de referência.
Ainda conforme o deputado, a modalidade licitatória utilizada foi pregão eletrônico, administrado pelo Banco do Brasil, e que permite a participação de qualquer empresa, inclusive do Exterior. “Foi dada ampla divulgação do edital através de publicações em jornais de circulação nacional, estadual, Diário Oficial do Estado e ainda em portais da Procuradoria Geral do Estado”, disse.
Nelson disse que concorreram ao pregão duas empresas e a vencedora, durante o pregão, reduziu sua proposta original em 7,6%. “Ao contrário do que foi dito na Coluna, o preço de mercado por hora de uma aeronave do mesmo modelo é de R$ 5.300,00. Já o Governo do Estado paga R$ 4.990,00”, comentou, acrescentando que o Executivo tem contrato com quatro empresas aéreas.
Sobre a insinuação de que o Governo estaria protegendo uma empresa em detrimento a outra, Nelson disse que o governador “nunca protegeu quem quer que seja”. Informou que as informações serão enviadas ao Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Assembléia.
Queda de avião em Boca do Acre (AM) ainda não foi confirmada
Fonte: Juçara Menezes, do Portal Amazônia
*MANAUS - *O titular da Secretaria Municipal de Defesa Civil de Boca do
Acre (a 1028 km de Manaus), Pedro Joia, disse que “a cidade toda viu” um
clarão na noite de ontem (18), por volta das 20h e que muitas pessoas viram
um avião cair na floresta. Apesar disso, a Empresa Brasileira de
Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o Centro de Investigação e
Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e o Serviço de Salvamento Aéreo
(Salvaero) informaram que até o momento não foram acionados oficialmente
sobre o fato.
Na manhã de hoje (19), o secretário afirmou ter feito um sobrevoo, com
duração de 30 minutos, no local do possível acidente. No helicóptero do
Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis
(Ibama), mas não conseguiram localizar a aeronave.
- No momento, não estamos realizando mais buscas porque nos falta estrutura.
Por isso, liguei para a Força Aérea Brasileira (FAB) em Manaus às 12h,
solicitando o envio de uma equipe para investigarmos os fatos, salientou
Joia.
O secretário cederá entrevista a uma rádio em Boca do Acre para informar à
população dos trabalhos realizados até agora.
finalizou.
Pilotos sobrevivem a queda de pequeno avião em Nova Jersey
Nova York, 21 ago (EFE).- Os dois ocupantes de um pequeno avião que caiu hoje quando iria aterrissar no aeroporto de Teterboro (Nova Jersey, EUA) saíram com vida do acidente, o segundo em duas semanas registrado nesse terminal aéreo próximo a Nova York, informou o site do jornal "The New York Times".
Os pilotos George Maddox e Sanil Gopinath, de 54 e 42 anos, respectivamente, sofreram graves queimaduras e alguns traumatismos quando, na madrugada desta sexta-feira, o pequeno aparelho em que viajavam caiu numa área industrial próxima ao aeroporto.
Tanto Maddox como Gopinaph conseguiram sair sozinhos das ferragens do avião, que transportava testes médicos a serem analisados num laboratório e que, no caminho até Nova Jersey, fez várias escalas em localidades de Massachusetts e da Pensilvânia.
"Em algum ponto de sua descida em direção à pista, possivelmente no meio caminho, o pequeno avião tentou dar meia volta ou evitar a aterrissagem", disse ao "NY Times" o investigador Bob Gretz, encarregado pela Junta Nacional de Segurança no Transporte de estudar as causas do acidente.
Gretz declarou que, por enquanto, não há indícios de que a aeronave emitiu algum tipo de alerta ou teve algum problema nos motores.
Do aeroporto de Teterboro, decolou o pequeno avião que, em 8 de agosto, colidiu com um helicóptero em pleno ar. No acidente, ocorrido sobre o rio Hudson, na divisa entre Nova York e Nova Jersey, morreram nove pessoal, entre elas cinco turistas italianos que viajavam no helicóptero.
Fonte:Globo.com
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
LÍDER AVIAÇÃO RECEBE O MAIOR HELICÓPTERO EXECUTIVO DA AMÉRICA LATINA
A Líder Aviação (www.lideravicao.com.br) acaba de receber o primeiro helicóptero de grande porte da empresa: o S-92, da fabricante norte-americana Sikorsky (www.sikorsky.com). A aeronave é a primeira em operação na América do Sul e ainda é a maior do segmento executivo, com quase 20 metros de comprimento. Além disso, surpreende por sua capacidade: atende a 21 passageiros, incluindo dois pilotos e um comissário de bordo. Possui autonomia de voo de cinco horas, a melhor dentre os helicópteros da categoria.
O S-92 inova também em sua tecnologia. Além de um design atual do display usado na cabine dos pilotos, a aeronave conta com instrumentos de voo modernos, como um dispositivo chamado FMS (Flight Management System). Usado normalmente em aviões, o FMS é um computador de gerenciamento de voo e fornece informações em tempo real sobre a navegação e rota programada pelos pilotos, que conseguem também monitorar indicadores do voo, como motor, óleo, velocidade.
Outra novidade no S-92 é o APU (Auxiliary Power Unit), também comum em aviões, uma unidade de geração de energia auxiliar para a aeronave. O aparelho é usado tanto em casos de emergência - pois gera energia suficiente para o helicóptero dar partida em casos de ausência de força - como também para utilizar alguns aparelhos adicionais, como o ar-condicionado, sem prejuízo de potência para a aeronave.
Toda a estrutura do S-92 é ideal para o objetivo que foi destinado: a operação off-shore, realizada até as plataformas de petróleo em alto mar. O novo helicóptero atende perfeitamente aos serviços de extração de petróleo em áreas distantes da costa brasileira, como é o caso das camadas pré-sal, cujas plataformas ficam situadas em lugares de difícil acesso. O S-92 pode levar mais pessoas para as plataformas e ainda tem maior autonomia de voo para chegar ao local de destino.
Customizada nos Estados Unidos, na sede da Bristow, a aeronave chega à Líder preparada para voar.
A aeronave estará disponível para fotos no próximo dia 23.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Líder
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
O Aeroporto Koh Samui
O Aeroporto Samui (IATA: USM, ICAO: VTSM), também conhecido como Aeroporto Koh Samui, é de propriedade privada e está localizado na ilha de Koh Samui, na Tailândia. O aeroporto está situado cerca de 2 km ao norte da povoação principal, Chaweng.Ele considerado um aeroporto incomum, porque não existe uma área coberta, com exceção de um bangalô. O aeroporto tem dois terminais (doméstico e internacional) e tem maior utilização como aeroporto local, usado pelos turistas que viajam folga de final de semana.
O aeroporto é usado pela companhia aérea de baixo custo Firefly para percursos internacionais.
Helibras apresenta nova linha de helicópteros

São Paulo - A Helibras apresentará amanhã à imprensa o primeiro helicóptero EC 145 do mercado brasileiro. A empresa, que se diz líder no mercado executivo, com 46% de participação, fará a apresentação da aeronave durante a Labace 2009, feira para o mercado de aviação executiva. Segundo a companhia, o EC 145 tem espaço de cabine que, somado ao bagageiro e ao posto de pilotagem, chega a 8,08 metros quadrados. No Brasil, essa primeira aeronave atuará no mercado executivo e deverá concentrar suas operações na rota São Paulo-Rio de Janeiro.
"Há um grande interesse por esse modelo, principalmente por parte das grandes corporações, em função das agendas cada vez mais atribuladas de seus executivos, que exigem não apenas agilidade no transporte, mas também um melhor aproveitamento do tempo despendido em trânsito. Como o EC 145 transporta até 8 passageiros e 2 pilotos com bastante conforto, algumas reuniões podem ocorrer, inclusive, durante o trajeto de voo", afirma, em nota, o diretor comercial da Helibras, Julien Négrel.
O primeiro EC 145, entregue ao mercado brasileiro na versão Stylence, vem equipado com radar meteorológico, navegador com mapas eletrônicos de ruas e GPS integrado. Outra unidade com a mesma configuração já foi vendida para outro cliente corporativo do País, e sua entrega está prevista para o final de 2010. Atualmente, a frota mundial do EC 145 opera em 27 países e é composta por mais de 230 helicópteros, com mais de 240 mil horas de voo.
Fonte: Estado
Golpe perto do carrefour em Recife
Era um cara caído, junto com uma bicicleta com uma caixa no seu bagageiro.
Se aplica a esse caso abaixo relatado. Leiam e repassem:
Ao voltar para casa, vi um rapaz caído na beira da calçada, com as pernas na pista e o resto do corpo na grama, com uma caixa de engraxate caída ao lado. O primeiro impulso que tive foi parar e ajudar aquela pessoa que, aparentemente, havia sido atropelada. Mas como havia muitos outros veículos atrás e a pista estreita, deixei para parar um pouco adiante e voltar para ajudar.
Para adiantar o atendimento, liguei para o 190 e relatei o suposto acidente, avisando que estava indo ao local. Qual foi minha surpresa, ao receber, do atendente do 190, a orientação para
não chegar perto!
Ela (era uma mulher ao telefone) me perguntou se era um engraxate. Eu disse que sim. Ela então me disse que aquilo era um novo golpe! O cara fica caído na rua, e quando alguém se aproxima para ajudar, ele anuncia o assalto, obrigando a vítima a levá-lo até o veículo, como se estivesse amparando-o e, com isso, as pessoas que passam não desconfiam que é um assalto. Uma vez no carro da vítima, o caso se desenrola como um seqüestro relâmpago: saques, violência, roubo do carro, e, em alguns casos, morte da vítima.
A atendente me explicou que eles também costumam simular tombos de moto, bicicleta e acidentes de carro, mas sempre com a suposta "vítima" caída no chão.
Portanto, ao se deparar com pessoas aparentemente acidentadas, não pare! Ligue para a polícia ou acione o resgate com Corpo de Bombeiros, mas não pare.
Só pare caso você tenha testemunhado o acidente! Passe para todos da sua lista, para que ninguém seja a próxima vítima.
sábado, 8 de agosto de 2009
Segundo a FAB, o Código Brasileiro de Aeronáutica, instituído em 1986 e modificado em 1998, trata dos casos em que uma aeronave pode ser submetida à detenção, à interdição e à apreensão por autoridades aeronáuticas, fazendárias ou da Polícia Federal. O 2º parágrafo, do artigo 303, diz que a aeronave considerada hostil, pode ser destruída sob autorização do Presidente da República ou por uma autoridade delegada por ele.
Quando uma aeronave é considerada hostil?
A lei em questão introduziu conceitos novos, tornando-se necessária a definição das expressões meios coercitivos, aeronave hostil e medida de destruição. Ademais, passou a ser imprescindível que o novo dispositivo fosse aplicado dentro de uma moldura de rígidos preceitos de segurança, com o pleno esclarecimento dos procedimentos e das condições em que a medida de destruição poderia ser executada. Todos estes aspectos demandaram a necessidade de regulamentação do citado dispositivo legal, por intermédio de um decreto presidencial.
Rota internacional de drogas
Com a modernização do sistema de defesa aérea e controle do tráfego aéreo brasileiro, ficou comprovada que as principais rotas de entrada de drogas ilícitas no Brasil ocorrem por meio de pequenas aeronaves. O entorpecente é levado para o interior do país e para países vizinhos, da Europa e para os Estados Unidos.
Antes da Lei do Abate, os traficantes internacionais respeitavam a fronteira brasileira?
A falta da regulamentação da legislação específica, responsável pelo policiamento do espaço aéreo do país, tornava o trabalho de segurança aérea brasileira ineficaz, pois era eram ignoradas por pilotos de aeronaves clandestinas. Em muitas situações, apesar de ter-se chegado ao tiro de advertência, houve completa desobediência às ordens emitidas pela autoridade nacional.
Como nasceu a Lei do Abate?
O governo brasileiro, com o objetivo de garantir e aprimorar a segurança do país, começou a enviar efetivos militares para a Amazônia e a modificar a legislação do país para que as Forças Armadas possam atuar no combate ao tráfico terrestre, aéreo e fluvial.
O tiro de destruição só pode ser feito contra aeronaves de traficantes?
Segundo a FAB, a Lei do Abate abrange somente o caso de aeronaves suspeitas de envolvimento com o tráfico internacional de drogas. Em razão do que prescreve a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o princípio de autodefesa, o governo brasileiro considerou necessária a regulamentação da lei para esse aspecto
Em quais situações uma aeronave pode ser considerada suspeita?
A Aeronáutica informou que a aeronave que entrar em território nacional, sem plano de vôo aprovado, oriunda de regiões reconhecidamente fontes de produção ou distribuição de drogas ilícitas serão tratadas como suspeitas.
A outra hipótese é a omissão de informações sobre a identificação da aeronave para os órgãos de controle de tráfego aéreo ou o não cumprimento de determinações das autoridades brasileiras.
Quais são os passos adotados pelo piloto brasileiro até abater uma aeronave clandestina ou irregular?
Identificada uma aeronave suspeita, ela estará sujeita a três tipos de medidas, aplicadas de maneira gradativa. Os aviões de interceptação da FAB serão acionadas pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra).
Primeiro passo
O primeiro nível das medidas busca o reconhecimento à distância. Nesta etapa, os pilotos da aeronave de interceptação, sem serem notados, fotografam a aeronave interceptada e colhem informações de matrícula, tipo de aeronave, nível de vôo e características marcantes.
Confirmada a matrícula, o Departamento de Aviação Civil (DAC) verifica se a matrícula corresponde ao tipo de aeronave, o nome de seu proprietário, endereço, dados de identificação, validade do certificado de aeronavegabilidade, nome do piloto que normalmente a opera, licença, validade de exame médico, dados de qualificação e de localização. Se estiver regular, apenas será acompanhada.
Se não estiver regular, será feito contato em uma frequência internacional de emergência. Em seguida, serão feitos sinais visuais, de acordo com as regras estabelecidas internacionalmente e de conhecimento obrigatório por todo piloto.
Segundo passo
Caso o piloto da aeronave suspeita não responda e não atenda a nenhuma das medidas acima, os pilotos de interceptação pedem por meio de todas as frequências de rádio disponíveis, que a rota do avião suspeito seja alterada. Isso também pode ser feito por meio de sinais visuais previstos nas normas internacionais. Em seguida, o piloto suspeito é orientado a pousar obrigatoriamente.
Terceiro passo (tiro de destruição)
Se o piloto da aeronave clandestina não atender a nenhuma das medidas acima, os aviões de interceptação do Brasil poderão disparar tiros de advertência, com munição traçante, lateralmente à aeronave suspeita, de forma visível e sem atingi-la.
Após os procedimentos de defesa aérea adotados pelos pilotos brasileiros de interceptação é que a aeronave será considerada hostil. A partir deste momento, ela estará sujeita ao tiro de destruição.









