segunda-feira, 30 de novembro de 2009
ACIDENTE DE HELICÓPTERO MATA TRÊS NA CALIFÓRNIA
O helicóptero Aerospatiale AS.350BA Ecureuil, prefixo N5793P, caiu a cerca de 29 quilômetros a noroeste de Reno em Condado de Lassen, na Califórnia, cerca de 2 da manhã de sábado, segundo o porta-voz da FAA (Federal Aviation Administration) Ian Gregor.
O helicóptero tinha deixado um paciente num hospital em Reno e estava a caminho de Oakland, na Califórnia, informou Gregor. A aeronave pegou fogo e ficou destruída no acidente.
Gregor disse que o piloto não estava se comunicando com os controladores de tráfego aéreo no momento do acidente. A FAA e a NTSB (National Transportation Safety Board) iniciaram investigações.
O helicóptero era operado pela Mountain LifeFlight e voava a partir de Oakland, informou Gregor. A Rádio KOH, em Reno, relatou que o paciente foi deixado no Renown Medical Center, em Reno.
fonte/APress / ASN foto/ Marilyn Newton/The Reno Gazette-Journal
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Teste de moral e ética
1º TESTE
observe bem essa foto e diga quantas pessoas estão olhando para voce
guarde a resposta
2º TESTE
Olhe essa foto e diga o que lhe chamou a atenção
Resultado
Se nA primeira foto voce não viu o rapaz negro
é porque voce é um racista
Se na segunda foto voce viu a bunda da garota de vestido rosa
e não o ombro da garota de camiseta branca
é porque voce é um maniaco sexual
Se voce viu o que não existia e não viu o que existia
além de racista pervertido sexual, você não tá bem da cabeça, rsrsrs...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Humor negro para turma do Setor Elétrico
- Quando sair apaga tudo...
Eleição anulada
| Uma LIÇÃO para ser estudada. : Itabapoana, RJ - Eleição anulada - 89,23% de votos nulos - Lição de Cidadania E não é que funcionou mesmo! CIDADANIA |
| *LIÇÃO DE CIDADANIA* *Esse é o exemplo que deve ser seguido... Nem a Globo NADA FALOU. Se a moda pega, quem sabe não poderíamos depurar essa gente que vive enganando a todos? Divulgue isso para o maior números de pessoas de sua lista. |
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Modelismo não tem classe social
No contato dia-a-dia com modelistas, fregueses e o público em geral, tenho observado e aprendido inúmeras curiosidades sobre o Modelismo. Digo curiosidades porque não deveria ser como é encarada a sua prática nas diversas modalidades. Tenho escutado: “Aeromodelismo é para uma elite abastada!”; “Ferreomodelismo é para aposentado!”; “Plastimodelismo é para criança!”; “Nautimodelismo é para marinheiro!”; “Fosforomodelismo é para presidiário!” ... Isto sem contar que para muitas pessoas essas e as demais áreas do Modelismo são consideradas “brinquedo”.
Conheço médicos, engenheiros, jogadores de futebol, cobradores de ônibus, arquitetos, industriais, superintendentes de órgãos federais e funcionários de empresas estatais, bancários, encanadores, pilotos, juiz estadual, motorista de táxi, açougueiros, dentistas, militares, professores de diversos graus (e tenho conhecimento de que Ministro de Estado) dentre tantas outras atividades, independente de poder aquisitivo, categoria profissional, condição social ou grau de estudo, que são aeromodelistas, plastimodelistas, ferreomodelistas, nautimodelistas, dioramistas, fosforomodelistas, miniaturistas e outros. Esta é a razão da afirmação-título de que MODELISMO NÃO TEM CLASSE SOCIAL.
A criança tem um comportamento que ao atingir a idade adulta deixa de lado, seja pelos afazeres profissionais ou por deboche de amigos, parentes e colegas de trabalho. Refiro-me ao jogo de bola de gude (bolinha de vidro), pião, patinete, pipa/papagaio, moldagem de peças de barro, brinquedos delata e de madeira ou papelão, peteca, diávolo, figurinhas, boneca, casinha e toda a gama de brinquedos prontos ou adquiridos em lojas, nos quais a criança alterna esses brinquedos em ciclos, ou seja, a criança troca de brinquedo para não “enjoar”. Quando cresce ou perde esta inconstância e parte para uma atividade mais ou menos fixa, séria, “de homem”, de responsável, “de gente grande”, ou então: “Agora sou casada”. E essa mudança de comportamento embota e necessidade do adulto por vergonha, por responsabilidades profissionais e familiares e por repreensões dos pais ou amigos. O homem/mulher deixa de continuar a ser criança por força dessas e tantas outras interferências. Conheço modelistas que possuem seus modelos escondidos, guardados e sem divulgação porque sabem que ao mostrar a alguém será chamado de “criança”, “dessa idade brincando de trenzinho?!”, “não teve infância?”, etc. Ora, o Modelismo pode até ser uma frustração por não se possuir o objeto real (Freud explicava!). Ter um modelo de avião pode significar não ter podido ser piloto; ter um barco ou uma caravela em miniatura, por não ter conseguido seguir uma carreira náutica ou não ter singrado os mares; ou mesmo engenheiros e guarda-chaves ferroviários porque estiveram anos de suas vidas junto a uma estrada-de-ferro ou construindo pontes e viadutos. O médico, o nervoso, o acamado, como terapia; o professor para melhor ilustrar sua aula; o mecânico para aperfeiçoar sua técnica.
Quem não gosta de ver uma miniatura? Assim, alguns exemplos surgem como: “Que bonitinho!” ao ver um filhote de urubu - que é branco; “Que coisinha!” quando visitam uma pocilga com porquinhos novos. E o que pode dizer-se de uma criança fofinha, rosada, tenra? Estes são alguns exemplos de que seres pequenos chamam a nossa atenção. E são brinquedos? (Embora alguns presenteiem seus filhos com cachorrinhos com essa intenção).
Com a idade de 10 a 16 anos, própria para o início do Modelismo, a criança “vê” o “seu” futuro profissional. Com a montagem de seu modelo e as conseqüentes leituras sobre o que escolheu para montar, muitas vezes tem essa dedicação interrompida pela incompreensão dos pais ou responsáveis. A justificativa é de que o Modelismo atrapalha os estudos, ou que já está em idade para pensar em algo sério, ou que a “idade do brinquedo” já está passando. Ora, o Modelismo é uma atividade que impulsiona ao estudo daquilo que o jovem aprecia, complementa seus estudos curriculares e é um preparo para o seu futuro profissional. Prova disto? É só perguntar a qualquer piloto, astronauta, engenheiro ...
No Centro Politécnico do Paraná, em Curitiba, construiu-se a miniatura da represa de Itaipu para estudos preliminares da resistência, força da água, etc. Será que engenheiros, técnicos e operários construíram um brinquedo? E os edifícios, os aviões, os navios, saíram direto da planta para o seu real tamanho? Quantos estudos preliminares, cálculos de resistência, peso, aerodinâmica, tubo-de-vento e mesmo a demonstração para a venda de um edifício, são necessários?
Vamos tirar de nosso pensamento que o Modelismo é para uma elite. Vamos separar o brinquedo da miniatura/modelo. Vamos procurar entender o que é Modelismo e suas variações, e procurar transmitir conhecimentos e orientar os gozadores. Vamos sair da clausura assumindo a condição de modelista em vez de dizer que é para o filho, sobrinho ou afilhado. Vamos respeitar o modelista e seu trabalho.
Ser modelista é esclarecer, mostrar e divulgar a sua obra, porque só assim os nossos filhos terão outro modo de pensar, nossos alunos também e nossos empresários destinarão parte de suas máquinas para o Modelismo. Talvez a própria lei venha ser alterada em sua classificação como “brinquedo”, ou então, um artigo supérfluo, mas passe a considerá-lo como material didático. Com menores custos e maior divulgação o Modelismo serve para a base de profissionais e um maior conhecimento daquilo a que se dedicam e com pessoas mais interligadas por um trabalho comum, em vez do isolamento, do esnobismo ou da demonstração de sua capacidade aquisitiva ou de sua condição social.
O modelista não tem porque exibir título escolar nem classe social. Deve apenas mostrar sua capacidade através de sua habilidade pessoal e sua obra em miniatura.
Tripulação de avião da Air India briga em pleno voo e abandona cabine
NOVA DÉLHI - A tripulação de um avião da companhia aérea Air India protagonizou uma briga em pleno voo, que assustou os 106 passageiros a bordo da aeronave, no último sábado, segundo noticia nesta segunda a imprensa internacional.
De acordo com o jornal The Times of India, o incidente ocorreu quando o avião estava a 30 mil pés de altura, sobre o território paquistanês. O voo ia dos Emirados Árabes Unidos para Nova Délhi.
A briga entre os tripulantes teria começado depois que uma aeromoça acusou os pilotos de assédio sexual. Em instantes, o que era apenas uma discussão transformou-se em agressão física. Durante o incidente, a cabine do avião teria ficado sem ninguém.
A companhia aérea anunciou que já está investigando a ocorrência, que terminou com o co-piloto e uma aeromoça levemente feridos.
Fonte:A história do Helicóptero
Dos primeiros conceitos da máquina aos protótipos pioneiros, passaram-se 16 séculos
SÉCULO 4
Brinquedo chinês
O primeiro registro histórico do princípio de vôo do helicóptero aparece num livro chinês do período. O livro descreve um "carro voador" de madeira equipado com um mecanismo original: tiras de couro de boi presas a uma lâmina rotatória, cujo movimento fazia o tal carro sair do solo. Provavelmente, era apenas a concepção de um brinquedo
1490
Idéia de gênio
O genial artista e inventor italiano Leonardo da Vinci desenha o "Parafuso Aéreo Helicoidal", que é considerado a primeira tentativa de construir um helicóptero de verdade. Leonardo da Vinci imaginou uma máquina de madeira e linho engomado, mas seu desenho não foi colocado em prática. Faltava tecnologia adequada para montá-lo na época
1843
Hora de sair do papel
É só com o avanço tecnológico trazido pela Revolução Industrial que se torna possível fazer o primeiro protótipo de um helicóptero. Ele é desenvolvido pelo britânico George Cayley, que chegou a realizar testes práticos com a geringonça. Movido por um sistema semelhante à mola, o protótipo era pesado demais e não tinha potência para sustentar o vôo
1907
Centímetros históricos
Os irmãos franceses Louis e Jacques Bréguet saem cerca de 5 centímetros do solo a bordo de um novo protótipo de helicóptero. No mesmo ano, outro francês, Paul Cornu, vai mais longe: voa durante 20 segundos a 30 centímetros do chão. A máquina de Cornu era um aeroplano com asa rotatória
1914
Incentivo militar
Durante a Primeira Guerra, os alemães Von Karman e Petrosczy e o húngaro Asboth montam um aparelho voador para substituir os balões de observação militar. O PKZ-2 tinha duas hélices horizontais superpostas, mas fracassou por problemas técnicos. Nos últimos anos da guerra, porém, aconteceram vários avanços na produção de peças e motores
1918
Metade avião
O espanhol Juan de la Cierva cria o Autogiro, misto de helicóptero e avião: ele tinha asas e uma grande hélice rotatória sobre a cabine. O aparelho chega a ser usado pelos britânicos no final da Primeira Guerra. Mas o Autogiro não decolava nem pousava na vertical — só se deslocava para a frente — por isso, não pode ser considerado realmente um helicóptero
1938
Pioneiro russo
O governo americano financia Igor Sikorsky — inventor russo que fugiu da Revolução Comunista (1917) — para desenvolver um modelo viável de aeronave com asas rotatórias. Ele cria o VS-300, o primeiro helicóptero funcional. Aparelhos de Sikorsky participariam de operações de reconhecimento e salvamento no fim da Segunda Guerra (1939-1945)
1950
Pronto pra guerra
Só nessa década surgem os primeiros modelos comerciais para transporte de passageiros — também lançados por Igor Sikorsky. Na Guerra da Coréia (1950-1953), o helicóptero passa a ser muito usado em resgates e transporte de tropas. Mas é só na Guerra do Vietnã (1964-1975) que os modelos armados com metralhadoras e mísseis, como o americano Bell 209 Cobra, fazem sucesso
Aeroporto opera irregularmente
O Aeroporto Regional de Tauá tem operado irregularmente. Sem homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), não tem permissão para realizar qualquer voo, mas várias autoridades têm usado o aeroporto
Desde a inauguração, em maio deste ano, o Aeroporto Regional de Tauá - Pedro Teixeira Castelo tem operado irregularmente. A unidade ainda não conseguiu homologação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e, por isso, não tem permissão para realizar nenhum tipo de voo. Mas muita gente influente já fez uso do aeroporto. ``Já usei várias vezes. Depois que o aeroporto foi inaugurado já fui umas 15, 20 vezes. Por sinal, nesse fim de semana, eu vi uma movimentação boa de aeronaves lá``, admite o presidente estadual do DEM, Chiquinho Feitosa.
Ele não foi o único: ``O governador constantemente está pousando lá. Com o Governo Itinerante, em Pedra Branca, tiveram de pousar por lá vários secretários``, disse Feitosa. Só na inauguração o aeroporto, havia cerca de 20 aeronaves na pista, disse o suplente de deputado estadual, Idemar Citó (DEM), que admite ter usado o aeroporto algumas vezes. ``O governador, o presidente da Assembleia (Domingos Filho, do PMDB) e vários deputados estaduais foram de avião``, ressaltou sobre o dia da inauguração. Na lista, Citó inclui também o superintendente do Departamento de Edificações e Rodovias (DER), Quintino Vieira, e vários empresários.
Mas o gerente do Programa Aeropotuário do Estado do Ceará, Alberto Gonçalves, do DER, negou que o Aeroporto de Tauá estivesse operando. Mas só no início da entrevista. ``Não está operando. Ainda falta a formalidade da homologação. Mas já estamos cuidando desse assunto``, disse, acrescentando que quem vai operar o aeroporto é o próprio Governo do Estado, por meio do DER.
Ao ser questionado sobre o governador ter usado o aeroporto no dia da inaguração, Gonçalves reagiu com nervosismo: ``Ora, mas o governador quer inaugurar o aeroporto e, precisando, a aeronave não poderia ir à Tauá?``, admitiu. Na tentativa de justificar, ele completou: ``O que exige a homologação é operação comercial``, completou, citando voos realizados por companhias aéreas.
No entanto, a assessoria de imprensa da Anac confirmou que o aeródromo de Tauá não está homologado. ``Então não pode receber nenhum tipo de voo, a não ser em regime de urgência (acidentes ou questões de saúde, por exemplo). E, se alguma aeronave ou helicóptero fizer pouso de urgência, tem de justificar para a Anac``.
Conforme o órgão, se realmente o aeroporto estiver realizando voos, ``está infringindo as leis``. Além disso, uma equipe de técnicos será enviada ao local para uma vistoria. ``Se for confirmada a irregularidade, o piloto da aeronave e o administrador (do aeródromo) podem ser punidos``, destacou o órgão, acrescentando que a punição varia a cada situação.
E-Mais
No site do Governo do Estado, a notícia que divulga a inauguração do Aeroporto Regional de Tauá já começa com a frase: ``Aviões e helicópteros decolando e pousando seguidamente. Este foi o cenário encontrado neste domingo (3/5) no Aeroporto Regional de Tauá``. A notícia confirma oficialmente o
uso da pista.
A obra contou com um investimento total de R$ 3,76 milhões, recursos oriundos do Tesouro do Estado. Tem pistas de pouso e decolagem com 1.200 metros x 30 metros, pista de taxiamento e pátio de estacionamento de aeronaves. O terminal de passageiros conta com área de 228 metros quadrados. Os serviços de balizamento, como sistema de proteção de voo, garantem as operações noturnas da unidade.
Além disso, o aeroporto Regional de Tauá também conta com urbanização das vias de acesso e serviços de combate a incêndio com a inauguração do 6º Grupamento de Bombeiros, obra também inaugurada pelo governador na solenidade de entrega do aeroporto.
Lucinthya Gomes
lucinthya@opovo.com.br
14 Out 2009 - 00h33min
Acidente com ultraleve mata homem em Alegrete
Juan José Cabral Serrat não teria licença para pilotar
O que era para ser apenas um passeio experimental na pista do Aeroporto de Alegrete virou uma tragédia. Ao final da tarde de sábado, o empresário Juan José Cabral Serrat, 53 anos, morreu após queda em um ultraleve no Aeroclube de Alegrete.Serrat pretendia experimentar a aeronave, apenas testando o motor e fazendo um passeio na pista. O ultraleve ainda não tinha as condições para voar, conforme a direção do aeroclube. Mas para surpresa de pilotos e demais pessoas que estavam no hangar, Juan José, que não tinha carteira de piloto, levantou voo, mas não conseguiu equilibrar o ultraleve que, antes de subir ainda bateu três vezes no chão.
Não conseguindo dominar o aparelho, a aeronave caiu a 300 metros da cabeceira da pista. Juan José morreu no local do acidente. O delegado Jorge Luiz Xavier esteve no local e liberou o corpo para necropsia. Sem médico legista na cidade, o corpo seguiu para Santana do Livramento, sua cidade, onde foi enterrado na tarde deste domingo.
Na próxima terça-feira, peritos do Instituto de Criminalística estarão no local para fazer a perícia no ultraleve que ficou totalmente destruído. O presidente do Aeroclube de Alegrete, Fernando Guerra, lamentou o ocorrido e disse que Juan José não tinha a intenção de voar. “Estava apenas testando o motor do ultraleve mas não sei porque ele decidiu sair do chão”, acrescentou.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Índios encontram avião da FAB e relatam que há sobreviventes
Estavam no avião sete funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), cedidos à prefeitura. Jositéia Vanessa, João de Abreu Filho, Maria das Graças Rodrigues Nobre, Maria das Dores Silva Carvalho, Marina de Almeida Lima, Marcelo Napóles de Melo e Diana Rodrigues Soares são técnicos de enfermagem que realizavam trabalho de vacinação em comunidades indígenas do Vale do Javar.
Além dos técnicos, quatro militares faziam parte da tripulação: o 1º tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, o 2° tenente José Ananias da Silva Pereira, o suboficial Marcelo dos Santos Dias e o 1° sargento Edmar Simões Lourenço.
Desaparecimento
O avião partiu de Cruzeiro do Sul (AC), por volta das 8h30 de quinta-feira e deveria ter pousado em Tabatinga(AM), a 1.108 km de Manaus, às 10h15.
A rota de vôo direto entre as duas cidades passa sobre o território de várias aldeias pertencentes à terra indígena Vale do Javari, onde moram cerca de 3,7 mil índios. Há pistas de pouso apenas para aeronaves de pequeno porte, localizadas nos destacamentos do Exército, ao longo de toda a fronteira com o Peru. A Aeronáutica já confirmou que, cerca de 85 minutos depois da decolagem, o avião enviou um sinal eletrônico de emergência, o que facilitou a determinação de um ponto de partida para as buscas.
Nesta sexta-feira, sete aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) realizam buscas na região. O Comando da Aeronáutica informou que as condições meteorológicas eram boas no horário do desaparecimento do avião e que permanecem boas durante as operações de busca.
As informações são do Terra