segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

10 dúvidas sobre a cerveja

1. A CERVEJA MATA?
Sim. Sobretudo se a pessoa for atingida por uma caixa de cerveja com
garrafas cheias. Anos atrás, um rapaz, ao passar pela rua, foi
atingido por uma caixa de cerveja que caiu de um caminhão levando-o a
morte instantânea. Além disso, casos de infarto do miocárdio em idosos
teriam sido associados as propagandas de cervejas com modelos
boazudas.

2. O USO CONTINUO DO ALCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS?

Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de cerveja pesa
cerca de 900 gramas.

3. CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?

Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem uísque.

4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?

Sim. Está provado que nas blitz a polícia nunca pede o teste do
bafômetro pras gestantes. E se elas tiverem que fazer o teste de andar
em linha reta, sempre podem atribuir o desequilíbrio ao peso da
barriga.

5. CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?

Não. Uma experiência foi feita com mais de 500 motoristas: foi dada
uma caixa de cerveja para cada um beber e, em seguida, foram colocados
um por um diante do espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram
alterados.

6. A BEBIDA ENVELHECE?

Sim. A bebida envelhece muito rápido. Para se ter uma idéia, se você
deixar uma garrafa ou lata de cerveja aberta ela perderá o seu sabor
em aproximadamente quinze minutos.

7. A CERVEJA ATRAPALHA NO RENDIMENTO ESCOLAR?

Não, pelo contrário. Alguns donos de faculdade estão aumentando suas rendas
com a venda de cerveja nas cantinas e bares na esquina.

8. O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES?

Inúmeras pesquisas vinham sendo feitas por laboratórios de renome e todas
indicam, em primeiríssimo lugar, o garçom.

9. CERVEJA ENGORDA?

Não. Quem engorda é você.

10. A CERVEJA CAUSA DIMINUIÇÃO DA MEMÓRIA?

Que eu me lembre, não.

Pistola Glock com segurança manual

Pistola Glock com segurança manual!!!
Recentemente tivemos acesso a um novo modelo de pistola de origem austríaca. O fabricante não é outro que a conhecida marca Glock e a arma em questão a G19.
Clássica entre os diferentes modelos que hoje constituem a ‘família’ de pistolas plásticas mais difundidas em todo o mundo e, com um tamanho que facilita o seu transporte tanto por pessoal uniformizado ou por quem confia nela para defesa ou uso geral, a ‘nova’ G19 inclui uma ‘mudança radical’ até agora inédita nas armas desta marca.
O botão que activa a nova segurança manual está localizado logo acima do botão da retenção do carregador.

Ainda que redundante, a sua posição é óptima.

A mesma refere-se à transformação do que foi o conceito original desenhado por Gaston Glock nos primeiros anos da década de oitenta, no século passado. O que foi desenhado então, há já quase trinta anos, foi uma semiautomática extremamente simples e segura, com um mecanismo automático que evitava qualquer manipulação adicional por parte do atirador para a sua activação ou desactivação. Carregada a arma, apenas tem de se pressionar o gatilho ­­- que incorpora na sua parte central, uma alavanca que impede o seu accionamento se não for premida adequadamente – para realizar o disparo, mantendo sempre a máxima certeza de que não se fará fogo se não for de uma forma totalmente voluntária.
O desafio luso
Parece que em Portugal pensaram que esse mecanismo, que o fabricante chama de Safe Action pela sua configuração especial e simplicidade, não cumpria com o que os agentes dos seus corpos policiais necessitavam para cumprir as missões atribuídas. Por isso, decidiram adquirir a pistola “made in Áustria” mas com uma série de modificações, das quais vamos fazer eco nas linhas seguintes.
A que mais chama a atenção é o redesenho geral dos seus sistemas internos para acomodar um mecanismo de segurança adicional que se adiciona aos que, automaticamente, actuam sobre a agulha percutora para evitar que alcance a espoleta do cartucho que possa encontrar-se na câmara.
É assim a configuração das Glock 19 portuguesas.

À vista simples nada chama a atenção, mas mesmo assim tem uma importante modificação em relação aos modelos clássicos.

Depois dos estudos pertinentes, que não devem ter sido poucos, para manter a “reputação” internacional da Glock, desenharam uma modificação da configuração original, de forma que o atirador tem a possibilidade, se assim o desejar, de activar um bloqueio manual que complementa os já clássicos.
Colocou-se na armação, próximo do que retém o carregador na sua posição correcta, um dispositivo mecânico que actua sobre a biela que activa o pistão de bloqueio da agulha percutora. Depois do saque, ou acompanhando esse movimento, há que actuar sobre um botão situado no lado esquerdo com o dedo polegar, movimento que, em alguns casos e em função do tamanho da mão do utilizador, obrigará a parar um pouco o empunhamento. Então, a arma passa a funcionar como as anteriores versões, pois mantém-se a “segurança” no próprio gatilho, o que tem uma posição especialmente útil para facilitar o trânsito mais rápido e eficiente desde uma situação de segurança total àquela em que se realizam um ou vários disparos. No lado direito aparece então outro botão, com elementos de cor vermelha que dão aviso visual de que a arma está em disposição de poder efectuar fogo; são marcas localizadas na parte superior e anterior, para que os utilizadores as vejam com facilidade.
O catálogo normal do fabricante se acompanha de uma folha adicional em português,

para que o utilizador conheça melhor a arma que lhe é entregue.

Falámos com polícias em Portugal. No geral, aqueles com certa experiência com as armas ou os que trabalham em unidades de intervenção, comentaram-nos que essa transformação não era mais do que o resultado de uma “obsessão” dos responsáveis políticos que dirigem o Ministério do Interior português, pois a concepção original desse modelo o converte numa referência mundial em segurança e funcionalidade. Houve inclusive alguém que apontou a possibilidade de eliminar esse “acessório”, em que além de pouco funcional não encontrava qualquer acréscimo positivo no fim pretendido.
"Força de Segurança" num vistoso tom branco,
está pintado no lado da corrediça.
Identifica as novas armas destinadas a Portugal.

Sem querer entrar em polémica, a verdade é que adicionar uma segurança manual a um sistema de seguro automático não é mais do que uma redundância que tem pouco a ver com as qualidades pretendidas para quem está sendo dotado com este modelo. Faz com que o funcionamento geral seja mais lento, pois requer-se mais algum tempo entre o saque e o disparo, além de adicionar um “problema” mais no caso de quem a use não se recorde de desactivá-lo no caso de uma situação com alto índice de stress. Se é verdade que para a maioria agentes lusos, que como em outras nações europeias, tem falta de um programa de formação intensivo e eficaz no manejo das armas curtas, vá supor-se mais uma vantagem do que uma desvantagem, pois é difícil que tenha de sacá-la no decorrer de uma operação ao longo da sua vida; para os seus “gestores”, supor-se-á uma “segurança” acrescida que evite um disparo involuntário, ainda que como contraposição também pode incidir em situações em que os agentes sejam atingidos por projécteis daqueles com quem se enfrentam.
As armas curtas que se estão distribuindo em Portugal incluem as siglas "LSU" nas suas marcações.

A G19 adquirida para os polícias portugueses incorpora também outra modificação que pode considerar-se também mais do que um problema pontual. Foi prevista com um mecanismo de libertação do carregador ambidestro. Não é o clássico que pode colocar-se num lado e no outro para poder ser usado por destros ou canhotos. É um que liberta a retenção do carregador indistintamente se se pressiona o botão situado no lado esquerdo ou no direito, o que pode incidir em mais de uma situação em que, involuntariamente, se produza a extracção do carregador que acolhe os quinze cartuchos alojados no carregador standard deste modelo.
Em algumas unidades é especialmente útil o ponto de ligação situado na base do punho,

para que a arma fique sempre "sujeita" por um fiador.

Outro “ponto forte” que não é nada operacional é o que se refere à inclusão de um visível letreiro de cor branca, com o rótulo “Força de Segurança”, em ambos os lados da corrediça, mais adiantado no direito e centrado no esquerdo. É verdade que ajuda a identificar, ao quem posso lê-lo quando se encontra imerso numa situação “explosiva”, como Policia a quem emprega a arma, o objectivo que pode ter motivado a inclusão dessas frases pintadas sobre o acabado Tenifer clássico nas Glock. Também o é o facto que pode produzir algum reflexo nada discreto, sobretudo em situações em que o nível de luz seja baixo; outro detalhe refere-se ao facto de que pode chegar a afectar a arma gerando oxidações ou que acabe degradando-se com o uso continuado.
O botão da nova segurança integra-se bem neste modelo.
É um "pequeno" detalhe que pode passar despercebido aos neófitos.

Muitas dúvidas
Como o leitor terá podido observar, a chegada deste novo modelo parece trazer mais sombras do que luzes num conceito que já foi aprovado e validado, nos cenários mais difíceis. De momento, a realidade da entrada em serviço levou ao aparecimento de certos comentários negativos em relação com o que já explicamos acerca da segurança, botão de retenção e letreiro na corrediça.
O novo activador da segurança manual inclui, no seu lado direito,
marcas de cor vermelha que avisam de que a arma está em posição de fogo.


Pelo contrário, a sua chegada às polícias portuguesas será – e isto sim está mais do que claro – um avanço contundente no que é a sua potência de fogo, segurança de uso, portabilidade e, o que é mais importante, fiabilidade. Os primeiros exemplares entregues – muito poucos – foram-no faz agora um ano, numa cerimónia oficial que contou com a presença do Ministro Rui Pereira, responsável do Interior. Teve lugar nas instalações de Queluz e os destinatários foram tanto uniformizados da Polícia de Segurança Pública (PSP) como da Guarda Nacional Republicana (GNR), um corpo de carácter policial que, como a Guarda Civil espanhola, realiza tarefas de Segurança interior.
Desde então, as novas G19 vão chegando a conta-gotas aos utilizadores, ainda que nos últimos meses – no início de Setembro de 2008 teve lugar a recepção de um lote de 8.750 novas armas deste tipo –, se tenham intensificado as entregas a unidades tão representativas como o Regimento de Infantaria n.º 1, onde podemos aproximar-nos deste novo modelo usado por unidades de intervenção, anti-distúrbios, desactivadores, mergulhadores ou de salvamento multipropósito. Prevê-se que até 2012 estejam em serviço entre 42.000 e 50.000 pistolas. Outras do mesmo fabricante, já eram usadas por unidades especiais ou por outros corpos de Segurança, como a Polícia Marítima desde princípios de 2007.
As entregas, que contemplam exemplares fabricados nas instalações que a Glock tem na Áustria, vão permitir retirar catorze modelos que estavam em serviço na PSP e doze na GNR. Muito antigos e com “raridades” clássicas como as PP (Polizei Pistole) da Walther, incluíam armas de calibres como o 7,65 ou o 9 Curto, mudança que também vai permitir a homogeneização nos cartuchos usados e nos métodos formativos.
A compra, na qual se vão investir uns dezoito milhões de euros, é o fruto de um processo que se iniciou há um par de anos, quando se constatou da forma como o estado das armas curtas que se usavam era em mais de um caso lamentável. Estabeleceu-se um conjunto de especificações e abriu-se um concurso internacional. Na comissão formada para o efeito, incluíram-se técnicos e contou-se com o assessoramento dos responsáveis do Grupo de Operações Especiais (GOE, PSP) e Companhia de Operações Especiais (COE, GNR). Ao concurso apresentaram-se fabricantes alemães, israelitas, suíços e italianos.
Sabemos que em Março do ano passado tiveram lugar umas avaliações que contaram com a presença da ganhadora e das P30 e USP “Compact” da H&K, “Jericho” RSL da Israel Weapons Industries (IWI), Px4 “Storm” da Beretta e Pro 2022 da SIG-Sauer. Nas primeiras provas participaram especialistas da PSP e GNR procedentes de divisões de patrulha, trânsito ou investigação criminal; as avaliações complementares relacionadas com o uso, o preço ou a manipulação, estas últimas dirigidas por elementos do GOE e da COE.
Estas Glock incluem, também como novidade, um retém do carregador ambidestro.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Helicópteros proibidos a noite

A Câmara aprovou ontem um projeto de lei que permite pousos e decolagens de helicópteros somente das 7h às 20h em São Paulo -a cidade registra, atualmente, mais de 200 dessas operações por dia. Ele ainda proíbe helipontos a menos de 500 m de escolas, unidades de saúde, torres e antenas.
O projeto do vereador Chico Macena (PT) ainda será analisado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), que deve sacioná-lo -pode vetar alguns pontos.
Existem 325 helicópteros registrados em São Paulo, que tem 215 helipontos autorizados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil)-, mas somente 85 têm licença da prefeitura.
A restrição de horário não abrange os voos, mas os pousos e as decolagens em helipontos e heliportos da cidade. Aeronaves que apenas sobrevoem São Paulo, com partida e chegada em outros municípios, continuam seguindo apenas as regras de tráfego aéreo.
Não há limite de horário para helipontos em hospitais e órgãos de segurança pública -como bombeiros. Mas áreas estritamente residenciais não poderão ter esse equipamento.
Também será vetado o “voo pairado” (em que o helicóptero fica parado num ponto, muito usado em coberturas jornalísticas) por mais de 30 minutos.
A Aeronáutica informou que só se pronunciará sobre a lei após ser notificada oficialmente. Segundo a Anac, o município tem, sim, poder para definir normas para os helipontos.
“O município pode legislar sobre regras urbanísticas para o funcionamento de equipamentos de uso privativo, como é o caso”, explica o professor da PUC-SP Jacintho Arruda Câmara, advogado especializado em direito administrativo.
Ele diz que a limitação ao voo pairado também é possível por se tratar de questão de incômodo, e não de tráfego aéreo, que é controlado pela Aeronáutica.
Hoel de Carvalho, diretor de segurança de voo da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero, afirma que a entidade apoia a restrição a pousos e decolagens à noite. Diz, porém, que a delimitação dos locais para helipontos, heliportos e aeródromos tende a sobrecarregar as áreas sem restrição.
Todos os helipontos existentes, inclusive os que já têm a autorização do município, terão de se adequar às novas regras, segundo o projeto. Aquele que não o fizer terá 90 dias para pedir à prefeitura um estudo de viabilidade. Caso o pedido seja negado, o heliponto terá de ser desativado em outros 90 dias.
Para obter a permissão, será necessário um estudo de impacto de vizinhança, que deve incluir medição de ruídos e o número de helipontos num raio de 500 m. A prefeitura também só aprovará aquele que tiver parecer favorável da Anac.
A fiscalização caberá às subprefeituras. As multas podem ir de R$ 1.800 a R$ 27 mil, dependendo da irregularidade.
Em 2007, a prefeitura chegou a elaborar um projeto de lei com normas para helipontos, mas não o apresentou à Câmara. Ele previa distância mínima de 400 m entre helipontos, regra que não consta do texto aprovado ontem.
O vereador Macena acredita que, mesmo não havendo essa norma, muitos helipontos existentes hoje devem ser fechados por estarem próximos a escolas ou hospitais ou até por excesso de helipontos.
“Até agora, a prefeitura analisava só o projeto do prédio. Agora, terá de analisar a somatória de helipontos de uma região. Se forem muitos, não poderá haver nenhum novo naquela região e alguns terão de ser fechados”, afirmou.
Reportagem da Folha de 13 de setembro mostrou que as imediações da rua Funchal, na Vila Olímpia (zona oeste), têm mais helipontos (25) que pontos de ônibus (24). “Isso causa impacto na vizinhança, barulho, incomodidade. Muitos terão de ser fechados.”

Tags: Camâra Municipal SP, Chico Macena, helicópteros, Helipontos, Kassab, Prefeitura SP

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

ACIDENTE DE HELICÓPTERO MATA TRÊS NA CALIFÓRNIA

Um helicóptero de serviços médicos caiu na madrugada de sábado (14) a 29 quilômetros a noroeste de Las Vegas, na Califórnia, na fronteira ao norte de Reno, em Nevada, matando os três tripulantes a bordo.

O helicóptero Aerospatiale AS.350BA Ecureuil, prefixo N5793P, caiu a cerca de 29 quilômetros a noroeste de Reno em Condado de Lassen, na Califórnia, cerca de 2 da manhã de sábado, segundo o porta-voz da FAA (Federal Aviation Administration) Ian Gregor.

O helicóptero tinha deixado um paciente num hospital em Reno e estava a caminho de Oakland, na Califórnia, informou Gregor. A aeronave pegou fogo e ficou destruída no acidente.

Gregor disse que o piloto não estava se comunicando com os controladores de tráfego aéreo no momento do acidente. A FAA e a NTSB (National Transportation Safety Board) iniciaram investigações.

O helicóptero era operado pela Mountain LifeFlight e voava a partir de Oakland, informou Gregor. A Rádio KOH, em Reno, relatou que o paciente foi deixado no Renown Medical Center, em Reno.

fonte/APress / ASN foto/ Marilyn Newton/The Reno Gazette-Journal

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Teste de moral e ética

1º TESTE

observe bem essa foto e diga quantas pessoas estão olhando para voce

guarde a resposta

2º TESTE

Olhe essa foto e diga o que lhe chamou a atenção

Resultado

Se nA primeira foto voce não viu o rapaz negro

é porque voce é um racista

Se na segunda foto voce viu a bunda da garota de vestido rosa

e não o ombro da garota de camiseta branca

é porque voce é um maniaco sexual

Se voce viu o que não existia e não viu o que existia

além de racista pervertido sexual, você não tá bem da cabeça, rsrsrs...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Humor negro para turma do Setor Elétrico

Terça-feira disseram para o estagiário de Itaipu:

-
Quando sair apaga tudo...

Eleição anulada

Um bom exemplo a ser seguido.

Aprendendo!!!!!
Subject: Eleição anulada

Uma LIÇÃO para ser estudada.

: Itabapoana, RJ - Eleição anulada - 89,23% de votos nulos - Lição de Cidadania

E não é que funcionou mesmo!
Bom Jesus de Itabapoana -
89,23% de votos nulos

CIDADANIA
Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos







*LIÇÃO DE CIDADANIA* *Esse é o exemplo que deve ser seguido...
Tomara que essa moda pegue...

Mas prá isso necessita ser divulgado...

Veja o município Bom Jesus do Itabapoana .

Devido ao
baixo nível do candidato, de um total de 26..863 eleitores que
compareceram às urnas, 20.821 eleitores conscientes decidiram anular o

seu voto ...

Um exemplo para o mundo...*

É algo difícil de acontecer, mas aconteceu!
Os votos nulos somaram 20821 ( 89,23%). Vejam a coragem e esclarecimento dessa população.
O candidato a prefeito não servia e a população cuidou de eliminá-lo no voto.

O TRE terá que fazer nova eleição e
o candidato reprovado não poderá ser candidato novamente.
O interessante é que esse fato não foi divulgado em nenhuma mídia.

Nem a Globo NADA FALOU. Se a moda pega, quem sabe não poderíamos depurar essa gente que vive enganando a todos?
Quem sabe a solução que tanto almejamos não passa por aí?
Já que a imprensa está comprada por estes políticos corruptos, vamos fazer a nossa parte.

Divulgue isso para o maior números de pessoas de sua lista.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Modelismo não tem classe social

No contato dia-a-dia com modelistas, fregueses e o público em geral, tenho observado e aprendido inúmeras curiosidades sobre o Modelismo. Digo curiosidades porque não deveria ser como é encarada a sua prática nas diversas modalidades. Tenho escutado: “Aeromodelismo é para uma elite abastada!”; “Ferreomodelismo é para aposentado!”; “Plastimodelismo é para criança!”; “Nautimodelismo é para marinheiro!”; “Fosforomodelismo é para presidiário!” ... Isto sem contar que para muitas pessoas essas e as demais áreas do Modelismo são consideradas “brinquedo”.

Conheço médicos, engenheiros, jogadores de futebol, cobradores de ônibus, arquitetos, industriais, superintendentes de órgãos federais e funcionários de empresas estatais, bancários, encanadores, pilotos, juiz estadual, motorista de táxi, açougueiros, dentistas, militares, professores de diversos graus (e tenho conhecimento de que Ministro de Estado) dentre tantas outras atividades, independente de poder aquisitivo, categoria profissional, condição social ou grau de estudo, que são aeromodelistas, plastimodelistas, ferreomodelistas, nautimodelistas, dioramistas, fosforomodelistas, miniaturistas e outros. Esta é a razão da afirmação-título de que MODELISMO NÃO TEM CLASSE SOCIAL.

A criança tem um comportamento que ao atingir a idade adulta deixa de lado, seja pelos afazeres profissionais ou por deboche de amigos, parentes e colegas de trabalho. Refiro-me ao jogo de bola de gude (bolinha de vidro), pião, patinete, pipa/papagaio, moldagem de peças de barro, brinquedos delata e de madeira ou papelão, peteca, diávolo, figurinhas, boneca, casinha e toda a gama de brinquedos prontos ou adquiridos em lojas, nos quais a criança alterna esses brinquedos em ciclos, ou seja, a criança troca de brinquedo para não “enjoar”. Quando cresce ou perde esta inconstância e parte para uma atividade mais ou menos fixa, séria, “de homem”, de responsável, “de gente grande”, ou então: “Agora sou casada”. E essa mudança de comportamento embota e necessidade do adulto por vergonha, por responsabilidades profissionais e familiares e por repreensões dos pais ou amigos. O homem/mulher deixa de continuar a ser criança por força dessas e tantas outras interferências. Conheço modelistas que possuem seus modelos escondidos, guardados e sem divulgação porque sabem que ao mostrar a alguém será chamado de “criança”, “dessa idade brincando de trenzinho?!”, “não teve infância?”, etc. Ora, o Modelismo pode até ser uma frustração por não se possuir o objeto real (Freud explicava!). Ter um modelo de avião pode significar não ter podido ser piloto; ter um barco ou uma caravela em miniatura, por não ter conseguido seguir uma carreira náutica ou não ter singrado os mares; ou mesmo engenheiros e guarda-chaves ferroviários porque estiveram anos de suas vidas junto a uma estrada-de-ferro ou construindo pontes e viadutos. O médico, o nervoso, o acamado, como terapia; o professor para melhor ilustrar sua aula; o mecânico para aperfeiçoar sua técnica.

Quem não gosta de ver uma miniatura? Assim, alguns exemplos surgem como: “Que bonitinho!” ao ver um filhote de urubu - que é branco; “Que coisinha!” quando visitam uma pocilga com porquinhos novos. E o que pode dizer-se de uma criança fofinha, rosada, tenra? Estes são alguns exemplos de que seres pequenos chamam a nossa atenção. E são brinquedos? (Embora alguns presenteiem seus filhos com cachorrinhos com essa intenção).

Com a idade de 10 a 16 anos, própria para o início do Modelismo, a criança “vê” o “seu” futuro profissional. Com a montagem de seu modelo e as conseqüentes leituras sobre o que escolheu para montar, muitas vezes tem essa dedicação interrompida pela incompreensão dos pais ou responsáveis. A justificativa é de que o Modelismo atrapalha os estudos, ou que já está em idade para pensar em algo sério, ou que a “idade do brinquedo” já está passando. Ora, o Modelismo é uma atividade que impulsiona ao estudo daquilo que o jovem aprecia, complementa seus estudos curriculares e é um preparo para o seu futuro profissional. Prova disto? É só perguntar a qualquer piloto, astronauta, engenheiro ...

No Centro Politécnico do Paraná, em Curitiba, construiu-se a miniatura da represa de Itaipu para estudos preliminares da resistência, força da água, etc. Será que engenheiros, técnicos e operários construíram um brinquedo? E os edifícios, os aviões, os navios, saíram direto da planta para o seu real tamanho? Quantos estudos preliminares, cálculos de resistência, peso, aerodinâmica, tubo-de-vento e mesmo a demonstração para a venda de um edifício, são necessários?

Vamos tirar de nosso pensamento que o Modelismo é para uma elite. Vamos separar o brinquedo da miniatura/modelo. Vamos procurar entender o que é Modelismo e suas variações, e procurar transmitir conhecimentos e orientar os gozadores. Vamos sair da clausura assumindo a condição de modelista em vez de dizer que é para o filho, sobrinho ou afilhado. Vamos respeitar o modelista e seu trabalho.

Ser modelista é esclarecer, mostrar e divulgar a sua obra, porque só assim os nossos filhos terão outro modo de pensar, nossos alunos também e nossos empresários destinarão parte de suas máquinas para o Modelismo. Talvez a própria lei venha ser alterada em sua classificação como “brinquedo”, ou então, um artigo supérfluo, mas passe a considerá-lo como material didático. Com menores custos e maior divulgação o Modelismo serve para a base de profissionais e um maior conhecimento daquilo a que se dedicam e com pessoas mais interligadas por um trabalho comum, em vez do isolamento, do esnobismo ou da demonstração de sua capacidade aquisitiva ou de sua condição social.

O modelista não tem porque exibir título escolar nem classe social. Deve apenas mostrar sua capacidade através de sua habilidade pessoal e sua obra em miniatura.

Tripulação de avião da Air India briga em pleno voo e abandona cabine

NOVA DÉLHI - A tripulação de um avião da companhia aérea Air India protagonizou uma briga em pleno voo, que assustou os 106 passageiros a bordo da aeronave, no último sábado, segundo noticia nesta segunda a imprensa internacional.

De acordo com o jornal The Times of India, o incidente ocorreu quando o avião estava a 30 mil pés de altura, sobre o território paquistanês. O voo ia dos Emirados Árabes Unidos para Nova Délhi.

A briga entre os tripulantes teria começado depois que uma aeromoça acusou os pilotos de assédio sexual. Em instantes, o que era apenas uma discussão transformou-se em agressão física. Durante o incidente, a cabine do avião teria ficado sem ninguém.

A companhia aérea anunciou que já está investigando a ocorrência, que terminou com o co-piloto e uma aeromoça levemente feridos.

Fonte:

A história do Helicóptero

Decolagem lenta
Dos primeiros conceitos da máquina aos protótipos pioneiros, passaram-se 16 séculos

SÉCULO 4
Brinquedo chinês
O primeiro registro histórico do princípio de vôo do helicóptero aparece num livro chinês do período. O livro descreve um "carro voador" de madeira equipado com um mecanismo original: tiras de couro de boi presas a uma lâmina rotatória, cujo movimento fazia o tal carro sair do solo. Provavelmente, era apenas a concepção de um brinquedo

1490
Idéia de gênio
O genial artista e inventor italiano Leonardo da Vinci desenha o "Parafuso Aéreo Helicoidal", que é considerado a primeira tentativa de construir um helicóptero de verdade. Leonardo da Vinci imaginou uma máquina de madeira e linho engomado, mas seu desenho não foi colocado em prática. Faltava tecnologia adequada para montá-lo na época

1843
Hora de sair do papel
É só com o avanço tecnológico trazido pela Revolução Industrial que se torna possível fazer o primeiro protótipo de um helicóptero. Ele é desenvolvido pelo britânico George Cayley, que chegou a realizar testes práticos com a geringonça. Movido por um sistema semelhante à mola, o protótipo era pesado demais e não tinha potência para sustentar o vôo

1907
Centímetros históricos
Os irmãos franceses Louis e Jacques Bréguet saem cerca de 5 centímetros do solo a bordo de um novo protótipo de helicóptero. No mesmo ano, outro francês, Paul Cornu, vai mais longe: voa durante 20 segundos a 30 centímetros do chão. A máquina de Cornu era um aeroplano com asa rotatória

1914
Incentivo militar
Durante a Primeira Guerra, os alemães Von Karman e Petrosczy e o húngaro Asboth montam um aparelho voador para substituir os balões de observação militar. O PKZ-2 tinha duas hélices horizontais superpostas, mas fracassou por problemas técnicos. Nos últimos anos da guerra, porém, aconteceram vários avanços na produção de peças e motores

1918
Metade avião
O espanhol Juan de la Cierva cria o Autogiro, misto de helicóptero e avião: ele tinha asas e uma grande hélice rotatória sobre a cabine. O aparelho chega a ser usado pelos britânicos no final da Primeira Guerra. Mas o Autogiro não decolava nem pousava na vertical — só se deslocava para a frente — por isso, não pode ser considerado realmente um helicóptero

1938
Pioneiro russo
O governo americano financia Igor Sikorsky — inventor russo que fugiu da Revolução Comunista (1917) — para desenvolver um modelo viável de aeronave com asas rotatórias. Ele cria o VS-300, o primeiro helicóptero funcional. Aparelhos de Sikorsky participariam de operações de reconhecimento e salvamento no fim da Segunda Guerra (1939-1945)

1950
Pronto pra guerra
Só nessa década surgem os primeiros modelos comerciais para transporte de passageiros — também lançados por Igor Sikorsky. Na Guerra da Coréia (1950-1953), o helicóptero passa a ser muito usado em resgates e transporte de tropas. Mas é só na Guerra do Vietnã (1964-1975) que os modelos armados com metralhadoras e mísseis, como o americano Bell 209 Cobra, fazem sucesso

Aeroporto opera irregularmente

O Aeroporto Regional de Tauá tem operado irregularmente. Sem homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), não tem permissão para realizar qualquer voo, mas várias autoridades têm usado o aeroporto

Desde a inauguração, em maio deste ano, o Aeroporto Regional de Tauá - Pedro Teixeira Castelo tem operado irregularmente. A unidade ainda não conseguiu homologação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e, por isso, não tem permissão para realizar nenhum tipo de voo. Mas muita gente influente já fez uso do aeroporto. ``Já usei várias vezes. Depois que o aeroporto foi inaugurado já fui umas 15, 20 vezes. Por sinal, nesse fim de semana, eu vi uma movimentação boa de aeronaves lá``, admite o presidente estadual do DEM, Chiquinho Feitosa.

Ele não foi o único: ``O governador constantemente está pousando lá. Com o Governo Itinerante, em Pedra Branca, tiveram de pousar por lá vários secretários``, disse Feitosa. Só na inauguração o aeroporto, havia cerca de 20 aeronaves na pista, disse o suplente de deputado estadual, Idemar Citó (DEM), que admite ter usado o aeroporto algumas vezes. ``O governador, o presidente da Assembleia (Domingos Filho, do PMDB) e vários deputados estaduais foram de avião``, ressaltou sobre o dia da inauguração. Na lista, Citó inclui também o superintendente do Departamento de Edificações e Rodovias (DER), Quintino Vieira, e vários empresários.

Mas o gerente do Programa Aeropotuário do Estado do Ceará, Alberto Gonçalves, do DER, negou que o Aeroporto de Tauá estivesse operando. Mas só no início da entrevista. ``Não está operando. Ainda falta a formalidade da homologação. Mas já estamos cuidando desse assunto``, disse, acrescentando que quem vai operar o aeroporto é o próprio Governo do Estado, por meio do DER.

Ao ser questionado sobre o governador ter usado o aeroporto no dia da inaguração, Gonçalves reagiu com nervosismo: ``Ora, mas o governador quer inaugurar o aeroporto e, precisando, a aeronave não poderia ir à Tauá?``, admitiu. Na tentativa de justificar, ele completou: ``O que exige a homologação é operação comercial``, completou, citando voos realizados por companhias aéreas.

No entanto, a assessoria de imprensa da Anac confirmou que o aeródromo de Tauá não está homologado. ``Então não pode receber nenhum tipo de voo, a não ser em regime de urgência (acidentes ou questões de saúde, por exemplo). E, se alguma aeronave ou helicóptero fizer pouso de urgência, tem de justificar para a Anac``.

Conforme o órgão, se realmente o aeroporto estiver realizando voos, ``está infringindo as leis``. Além disso, uma equipe de técnicos será enviada ao local para uma vistoria. ``Se for confirmada a irregularidade, o piloto da aeronave e o administrador (do aeródromo) podem ser punidos``, destacou o órgão, acrescentando que a punição varia a cada situação.


E-Mais

No site do Governo do Estado, a notícia que divulga a inauguração do Aeroporto Regional de Tauá já começa com a frase: ``Aviões e helicópteros decolando e pousando seguidamente. Este foi o cenário encontrado neste domingo (3/5) no Aeroporto Regional de Tauá``. A notícia confirma oficialmente o
uso da pista.

A obra contou com um investimento total de R$ 3,76 milhões, recursos oriundos do Tesouro do Estado. Tem pistas de pouso e decolagem com 1.200 metros x 30 metros, pista de taxiamento e pátio de estacionamento de aeronaves. O terminal de passageiros conta com área de 228 metros quadrados. Os serviços de balizamento, como sistema de proteção de voo, garantem as operações noturnas da unidade.

Além disso, o aeroporto Regional de Tauá também conta com urbanização das vias de acesso e serviços de combate a incêndio com a inauguração do 6º Grupamento de Bombeiros, obra também inaugurada pelo governador na solenidade de entrega do aeroporto.


Lucinthya Gomes
lucinthya@opovo.com.br

14 Out 2009 - 00h33min

Acidente com ultraleve mata homem em Alegrete

Juan José Cabral Serrat não teria licença para pilotar

O que era para ser apenas um passeio experimental na pista do Aeroporto de Alegrete virou uma tragédia. Ao final da tarde de sábado, o empresário Juan José Cabral Serrat, 53 anos, morreu após queda em um ultraleve no Aeroclube de Alegrete.

Serrat pretendia experimentar a aeronave, apenas testando o motor e fazendo um passeio na pista. O ultraleve ainda não tinha as condições para voar, conforme a direção do aeroclube. Mas para surpresa de pilotos e demais pessoas que estavam no hangar, Juan José, que não tinha carteira de piloto, levantou voo, mas não conseguiu equilibrar o ultraleve que, antes de subir ainda bateu três vezes no chão.

Não conseguindo dominar o aparelho, a aeronave caiu a 300 metros da cabeceira da pista. Juan José morreu no local do acidente. O delegado Jorge Luiz Xavier esteve no local e liberou o corpo para necropsia. Sem médico legista na cidade, o corpo seguiu para Santana do Livramento, sua cidade, onde foi enterrado na tarde deste domingo.

Na próxima terça-feira, peritos do Instituto de Criminalística estarão no local para fazer a perícia no ultraleve que ficou totalmente destruído. O presidente do Aeroclube de Alegrete, Fernando Guerra, lamentou o ocorrido e disse que Juan José não tinha a intenção de voar. “Estava apenas testando o motor do ultraleve mas não sei porque ele decidiu sair do chão”, acrescentou.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Índios encontram avião da FAB e relatam que há sobreviventes

Manaus - Integrantes da tribo Matis notificaram a Funai de ter encontrado, nesta manhã, a aeronave C-98 da FAB que desapareceu entre o Acre e o Amazonas, informou o Comando da Aeronáutica. Nove pessoas foram encontradas com vida, uma possível morte e um militar está desaparecido, segundo as primeiras informações.

Estavam no avião sete funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), cedidos à prefeitura. Jositéia Vanessa, João de Abreu Filho, Maria das Graças Rodrigues Nobre, Maria das Dores Silva Carvalho, Marina de Almeida Lima, Marcelo Napóles de Melo e Diana Rodrigues Soares são técnicos de enfermagem que realizavam trabalho de vacinação em comunidades indígenas do Vale do Javar.

Além dos técnicos, quatro militares faziam parte da tripulação: o 1º tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, o 2° tenente José Ananias da Silva Pereira, o suboficial Marcelo dos Santos Dias e o 1° sargento Edmar Simões Lourenço.

Desaparecimento

O avião partiu de Cruzeiro do Sul (AC), por volta das 8h30 de quinta-feira e deveria ter pousado em Tabatinga(AM), a 1.108 km de Manaus, às 10h15.

A rota de vôo direto entre as duas cidades passa sobre o território de várias aldeias pertencentes à terra indígena Vale do Javari, onde moram cerca de 3,7 mil índios. Há pistas de pouso apenas para aeronaves de pequeno porte, localizadas nos destacamentos do Exército, ao longo de toda a fronteira com o Peru. A Aeronáutica já confirmou que, cerca de 85 minutos depois da decolagem, o avião enviou um sinal eletrônico de emergência, o que facilitou a determinação de um ponto de partida para as buscas.

Nesta sexta-feira, sete aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) realizam buscas na região. O Comando da Aeronáutica informou que as condições meteorológicas eram boas no horário do desaparecimento do avião e que permanecem boas durante as operações de busca.

As informações são do Terra

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Tire dúvidas sobre os tipos de motos

Categorias incluem motocicletas custom, chopper, trail, scooter e naked.
Conheça as características de cada segmento.

Chega o momento de escolher uma motocicleta, mas aí bate aquela dúvida. Qual é o modelo mais adequado? O que deve ser uma moto naked? Ou custom? Pois é, existem várias categorias de motocicletas, sendo que cada uma tem uma finalidade específica, além de contar com um estilo próprio.



Para entender melhor, segue uma relação de como são classificadas as motos.


- Baby
São as motos das décadas de 1920 e 1930, cuja característica principal é a rusticidade. São simples demais, ao ponto de não contar com amortecedor traseiro. O centro de gravidade é baixo, mas o toque marcante é a pintura. Na fabricação eram aplicadas até 14 camadas de tinta, assim a pintura da moto ficava semelhante a uma panela esmaltada. A marca mais famosa dessa categoria é a Indian.

- Chopper
O termo chopper, lembra retirar, cortar. Isso define bem essa categoria de motos derivada de outra, a Custom. Com o propósito de deixar as motos mais ágeis, para se equiparar aos modelos da Europa, os soldados americanos retiravam peças desnecessárias de suas motos Custom, que assim passavam a ter outra característica.

Cena de 'Easy Rider' (Foto: Divulgação)

Seu visual é bastante despojado e agressivo. Essa categoria é definida pelo excesso de cromados. O guidão é alto e o tanque de combustível é alto na frente e tem a forma de gota. O garfo dianteiro é enorme, o comprimento também é grande, assim como a distância entre eixos. Geralmente não possuem banco para o garupa, alforges ou pára-lamas dianteiros. Normalmente são motos exclusivas, criadas ou alteradas pelos próprios donos, ou oficinas especializadas.


O conceito de moto chopper é originário dos EUA, mas foi disseminado pelo mundo afora através do filme Easy Rider, “Sem Destino”, lançado em 1969.

Harley-Davidson Sportster (Foto: Divulgação)

- Custom
O design dessas motocicletas copia os modelos antigos. Para facilitar a acomodação de bagagem, podem-se utilizar alforjes de couro. As motos do tipo custom são verdadeiras estradeiras, confortáveis para viagens longas, seja sozinho ou acompanhado. Assim são as preferidas pelo público mais tradicional. Essa categoria não prioriza a velocidade, pois é mais voltada ao conforto. Para isso a altura do banco é baixo e as pedaleiras ficam mais avançadas.


Dentro dessa categoria existe uma subcategoria, denominada Roadsters. Essas motos aliam o visual e a posição de pilotagem da custom, porém com o alto desempenho das esportivas. Alguns exemplos: Harley-Davidson Sportster, Honda Shadow, Suzuki Intruder e Yamaha Virago.

- Dual Purpose
São motos de uso misto, que servem tanto para estradas quanto para o fora-de-estrada. Essas motocicletas também são conhecidas por Big Trail, o que indica moto de grande porte para todo terreno. Alguns podem classificar erroneamente motos desta categoria como Fun Bikes. Geralmente contam com motores acima de 600 cilindradas e dessa forma possuem tanque de grande capacidade para proporcionar maior autonomia.



- Esportivas
São motos com desenho moderno e alto desempenho. Algumas são oriundas das pistas, verdadeiras máquinas de corrida. Os motores geralmente possuem mais de 600 cilindradas, o que faz muitos modelos atingir facilmente a velocidade de 250 km/hora. A posição de pilotagem coloca o motociclista quase que deitado sobre o tanque, o que de certa forma caracteriza um desconforto para longos trechos.


A posição para o garupa é extremamente desagradável, quando existe, pois essas motos muitas vezes são indicadas para se andar sozinho. São equipadas com os mais eficientes mecanismos. Os pneus são largos o suficiente para proporcionar um bom contato com o solo, principalmente durante as curvas, os discos de freio são duplos e os quadros fabricados em materiais leves e resistentes. Contam com carenagens, pois a aerodinamica pode interferir no desempenho. Exemplos: Honda CBR1000, Kawasaki Ninja ZX, Suzuki GSX-R 1000 e Yamaha YZF-R1.

- Fun Bike
Esta categoria conta com motos para uso misto. Normalmente são equipadas com motores de média para alta cilindrada, uma vez que necessitam de bom desempenho, porém com o consumo de combustível médio. É como se fosse uma dual purpose em versão menor, por isso é bastante utilizada no uso urbano. Exemplos: Honda Falcon e Yamaha TDM.

- Grã-Turismo
Esta categoria inclui as motocicletas estradeiras por natureza, desse modo contam com diversos itens de conveniência para encarar, sem sufoco, as viagens mais longas. Como exemplo disso são equipadas com tanques de maior capacidade, malas ou alforges laterais e em alguns casos até mesmo pára-brisas. Algumas contam com recursos como intercomunicador para piloto e garupa, além de som. Isso mesmo! Som em uma motocicleta. Exemplos: BMW K1200 LT, Harley-Davidson Electra Glide Ultra e a Honda GL 1000 GoldWing.

Foto: Divulgação

Suzuki Hayabusa (Foto: Divulgação)

- Hyper Sport
Nesta categoria as motocicletas são equipadas com motores de grandes cilindradas, variando entre 1.100cc e 1.400cc. Por essa razão costumam ser maiores e assim, mais pesadas. Porém, essas motos têm como característica marcante a forte aceleração velocidade máxima. Chegam a beirar os 300 km/h! Elas não são tão ágeis para, por exemplo, andar em um circuito fechado, mas por outro lado oferece uma posição de pilotagem mais ergonômica, o que me outras palavras quer dizer, mais conforto. Exemplos: Honda CBR1100XX, Kawasaki Ninja ZX-14 e a Suzuki Hayabusa.

- Naked
Esse termo vem do inglês "nu", portanto identifica as motos mais despojadas. Tudo isso para privilegiar o bom desempenho aliado a uma posição de pilotagem confortável, ideal para condução em vias urbanas. Por serem “peladas”, não possuem carenagem e o desenho é um estilo que mescla motos de passeio com esportivas. Contam com pneus esportivos, o que dá boa estabilidade tanto na cidade quanto na estrada. Nesta categoria estão motos como: Honda CB600F Hornet, Kasinski Comet 650R, Suzuki B-King, Triumph 1050 e a Yamaha FZ6.

Dafra Super 100 (Foto: Divulgação)

- Scooters
As scooters são motos que lembram as lambretas, pois permite que o condutor ande com os pés apoiados no piso, já que não se tem necessidade de usar os pés para a troca de marchas, uma vez que o câmbio é do tipo automático. Boa parte dos modelos dessa categoria conta com motores de 50 cilindradas 2 tempos, ou seja, precisa de óleo junto com o combustível. São motores pequenos que não oferecem desempenho, mas ideais para centros urbanos, em que a velocidade é reduzida em razão do tráfego pesado. Sem contar na excelente autonomia. Existem também versões maiores, de 4 tempos, ou seja, apenas a gasolina, que oferece um desempenho melhor. São vários modelos, como Dafra Laser, Kasinski Prima e Sundown Future.

- Side car
São as motos que incluem um acoplamento lateral para o transporte de um passageiro extra. Aqui no Brasil é raro um modelo desses. Esse tipo de motocicleta foi muito utilizado durante a segunda guerra mundial pelo exército alemão.

- Street
Nesta categoria as motos foram planejadas para o trânsito urbano, ou seja, dispõem de conforto e mobilidade para isso. Sào simples, sem acessórios demais e também sem proporcionar velocidades elevadas, porém leva um garupa tranquilamente. Normalmente os motores variam de 150 a 250 cilindradas.
Bons exemplos são: Honda CBX 250 Twister, Honda CBX 200 Strada, Kasinski Comet 250 e a Yamaha YS 250 Fazer.

Sundown STX 200 (Foto: Divulgação)

- Supermotard
São motos que até meados de 1990 eram projetadas pelos próprios donos. Como o sucesso foi enorme despertou o interesse de montadoras a incluir esses modelos na linha de fabricação. Essas motocicletas ostentam como carateristica marcante o estilo trail com ciclística esportiva, pois são equipadas com rodas de 17 polegadas e pneus esportivos. Ou seja, são adequadas para percorrer tanto trechos de asfalto como também de terra. Exemplos desta categoria incluem a Yamaha XTZ 250 X e a Sundown STX 200.

BMW F650GS (Foto: Divulgação)

- Todo terreno
Esses motos são do tipo off-road e por isso contam com diversos modelos, sendo cada um deles para uso especifico, que vai do enduro, passando pelo trail até o motocross. Por essa razão são equipadas com rodas maiores e pneus para tração na terra. Esses modelos tem uma altura maior em relação ao solo e a suspensão possui um curso maior para absorver bem os mais diversos impactos. Os motores variam de 125 a 600 cilindradas e o visual é rústico, uma vez que quase não dispõem de acessórios. Dentro desta categoria surgiram as Big Trail, motos de uso misto, ou seja, do tipo dual purpose, já citada nessa relação. São indicadas para viagens longas, independente do tipo de trecho. Contam com pneus de uso misto e tanques de combustível enormes para permitir boa autonomia. Por essa razão são mais pesadas, no entanto, proporcionalmente mais confortáveis. Também é uma derivação desta categoria as motos Motard e Supermotard, também já citadas. Exemplos: BMW F650GS, GAsGAs TXT 280, Kawasaki KX-F250, KTM XC250 e Yamaha XT 660.

- Underbone
Essa categoria é faixa intermediária entre as scooters e as motos street. São pequenas e equipadas com câmbio semi-automático. O motor tem no máximo 125 cilindradas, porém, embora o desempenho seja baixo, o importante aqui é o consumo de combustível. São muito utilizadas por serviços de entrega por oferecer baixo custo de manutenção.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Advogados são presos após discutirem com juiz

Advogados são presos após discutirem com juiz

Uma discussão entre advogados e um juiz em Pernambuco acabou na delegacia. Afrânio Gomes de Araújo Lopez Diniz e Hélcio de Oliveira França receberam voz de prisão do juiz Carlos Eduardo das Neves Mathias, titular da Vara de Tacaratu e substituto na Vara Única de Inajá, depois de insistirem para ter acesso aos autos de inquérito policial contra cliente deles. O episódio aconteceu na terça-feira (15/9). Na segunda-feira (21/9), a seccional pernambucana da OAB levou o caso ao conhecimento da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Pernambuco e também ao Ministério Público.
De acordo com relato dos advogados e de funcionários do tribunal, os advogados foram ao Fórum de Tacaratu para poder ver o decreto de prisão temporária contra os clientes deles, presos desde 10 de setembro. O juiz Neves Mathias informou aos advogados que não estava com o decreto. Este estaria na sua casa ou na delegacia de Polícia, disse, segundo conversa gravada pelos advogados. A partir daí, começou uma discussão entre eles e o juiz pediu que os advogados se retirassem. Diante da recusa, deu voz de prisão, alegando desacato, e chamou a Polícia.
Afrânio Gomes de Araújo Lopez Diniz e Hélcio de Oliveira França foram conduzidos à delegacia local. Eles foram ouvidos, assim como o juiz Carlos Eduardo das Neves Mathias. Um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) foi aberto contra os advogados. Os defensores também registraram dois Boletins de Ocorrência contra o juiz por abuso de autoridade. Os advogados foram liberados após dez horas na delegacia.
Nessa segunda-feira (21/9), a OAB enviou uma Representação Administrativa para a Corregedoria-Geral de Justiça de Pernambuco e uma Representação Criminal para a Procuradoria-Geral de Justiça, ambas solicitando a apuração do caso e punição ao juiz Carlos Eduardo das Neves. Os documentos são assinados pelo presidente seccional da OAB de Pernambuco, Jayme Jemil Asfora Filho. Nos mesmo dia da detenção, Jayme Jemil enviou um pedido à Corregedoria-Geral de Pernambuco solicitando “enérgicas providências” em relação ao caso. Uma cópia da gravação também foi enviada.
Procurado pela revista Consultor Jurídico, o juiz Carlos Eduardo das Neves Mathias informou, por meio da Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça de Pernambuco, que só se pronunciaria quando acionado oficialmente pela Corregedoria-Geral de Pernambuco.
Clique aqui e aqui para ler as representações.
Veja trechos da conversa gravada pelo advogado Hélcio de Oliveira França e clique aqui para ouvir a gravação:
Advogado Hélcio França — O principal pra gente, pelo menos para mim, o principal de tudo é o decreto. Eu não posso fazer nada sem o decreto. Não tem como eu ir ao tribunal, nem discutir com o senhor se eu não sei o decreto. Eu não posso pedir nem para revogar a temporária se eu não sei o motivo que o senhor colocou na temporária [referindo-se à prisão temporária de seu cliente].
Juiz Carlos Eduardo — Certo. Você tem razão. Eu vou localizar. Tem que tá (sic) lá em casa. Se não estiver lá em casa, tem que estar com a Polícia Civil. Isso eu posso lhe afirmar.
Advogado Hélcio França — Mas o senhor acabou de falar que não está com a Polícia Civil.
Juiz Carlos Eduardo — Mas eu não enviei para o delegado. Mas eu posso ter encaminhado...o Mandato de Prisão que eu encaminhei esse processo, eu posso ter encaminhado o calhamaço junto...

O advogado Hélcio França então argumenta sobre a dificuldade do trabalho sem o devido acesso ao Inquérito Policial, além de comentar que poderiam ter ocorrido “prisões arbitrárias, sem investigação”. Diante disso, o juiz pede que os advogados entrem com um Habeas Corpus:
Juiz Carlos Eduardo — Vamos fazer o seguinte. Entrem com um Habeas Corpus no tribunal dizendo que o juiz está se negando a entregar a representação. Pronto. Façam isso.
Advogado Hélcio França — Eu posso fazer, excelência.
Juiz Carlos Eduardo — Porque vocês estão afrontando a minha idoneidade aqui.
Advogado Hélcio França — Não, jamais...
Juiz Carlos Eduardo — Tá faltando com o respeito comigo...
Advogado Hélcio França — Não, aí eu vou pra Corregedoria...
Juiz Carlos Eduardo — Estão querendo me igualar à Polícia. Eu não vou aceitar isso, não.
Advogado Hélcio França — Eu também não vou aceitar não ter acesso [à documentação].
Juiz Carlos Eduardo — Então entrem com um HC contra mim.
Advogado Hélcio França — Eu vou entrar e vou entrar na Corregedoria também.
Juiz Carlos Eduardo — Então pode sair da sala.
Advogado Hélcio França — Não, calma, não é assim não.
Juiz Carlos Eduardo — Pode sair da sala, meu amigo! Saia da sala! Saia da sala!
Advogado Hélcio França — Tenha respeito.
Juiz Carlos Eduardo — A Polícia!
Advogado Hélcio França — Tenha respeito. Chame a Polícia.

Nesse momento, segundo áudio e advogado, o juiz chama um soldado e ordena a prisão.
Juiz Carlos Eduardo — Pode prender! O senhor (Hélcio França) e o senhor (Afrânio Gomes de Araújo) por me desacatar! Estão insinuando que eu não quero dar acesso aos documentos. Os dois estão me desrespeitando.
Advogado Hélcio França — Eu só saio preso daqui com um representante da OAB. Eu lhe tratei sem respeito?
Juiz Carlos Eduardo — Eu disse, se o processo estiver lá em casa eu vou trazer amanhã. O único que não me tratou sem respeito aqui foi o doutor Marllos [Marllos Hipólito, terceiro advogado presente na sala e que também tentava obter acesso ao mesmo processo em questão] e estão insinuando que estou agindo de forma ilegal.
Advogado Hélcio França — Eu disse que o senhor, até agora, não nos deu acesso à nada.
Juiz Carlos Eduardo — Vocês estão presos. Vão ser liberados. Vai ser lavrado um TCO (termo circunstancial de ocorrência).
Advogado Hélcio França — Eu não vou ser preso, não.
Juiz Carlos Eduardo — Isso é desacato!

domingo, 13 de setembro de 2009

Piloto morre em queda de avião militar paquistanês

Um piloto morreu quando um avião da Força Aérea Paquistanesa caiu durante um voo de treinamento neste sábado (12), em Solki Chattha, não muito longe da cidade de Gujranwala, no Paquistão.

O piloto sobreviveu ao acidente, mas morreu no hospital em decorrência de seus ferimentos.

Os relatórios dizem que um problema técnico com o avião de formação PAF Mashak estava por trás do acidente. Não houve relatos de feridos ou danos em solo.

O Paquistão vem sofrendo uma série de acidentes envolvendo aeronaves militares recentemente. Em 5 de agosto, um helicóptero militar caiu no noroeste do país, matando 26 pessoas.


Aeronave similar a acidentada hoje no Paquistão

Fontes: nation.com.pk / AFP / ASN - Foto: defencetalk.com

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Discovery Channel - Aviões Militares





Piloto de helicóptero é punido após fazer sexo com atriz pornô em voo

Agência cancelou sua licença para voar após divulgação de vídeo.

O juiz Judge William R. Mullins negou ao piloto de helicóptero David Martz, que fez sexo com a atriz pornô Puma Swede enquanto voava na região de San Diego, na Califórnia (EUA), a liberação de sua licença para voar. Ele teve revogado seu brevê após a divulgação do vídeo.

Ao juiz, ele disse que aprendeu a lição e não iria fazer isso novamente. Na audiência desta terça-feira (7), Martz reconheceu que seu comportamento no dia 20 de maio de 2005 foi imprudente, mas destacou que ele é muito mais responsável agora.

Martz tinha solicitado ao Conselho Nacional de Segurança dos Transportes (NTSB) que revogasse a decisão da Agência Federal de Aviação dos EUA (FAA) de cancelar sua licença para voar. Mas o juiz da NTSB não aceitou seus argumentos.

O piloto teve o brevê cancelado após o vídeo com as cenas de sexo ser divulgado nos EUA. O advogado da FAA afirmou que ele foi imprudente e irresponsável e não importa se está mudado.

Um passageiro foi responsável por gravar a cena em que a atriz pornô Puma Swede faz sexo oral em David Martz enquanto ela sobrevoa de helicóptero a região de San Diego.

Ao site "TMZ", Puma Swede disse que praticou sexo oral no piloto como forma de recompensá-lo por deixá-la usar o helicóptero.

Fonte: Globo
Por: Redação
Data: 08/04/2009 17h28min

Acidente estraga festival (Portugal)

O primeiro Festival Internacional de Aeromodelismo da Maia atraiu muitas dezenas de pessoas ao aeródromo de Vilar de Luz mas a tarde acabou mal. Um dos aviões caiu junto da estrada, explodiu e provocou um incêndio que teve de ser apagado pelos participantes com baldes de água.

Tudo aconteceu pouco depois da 18 horas quando um avião a jacto acrobático caiu a pique após uma falha na turbina. O incêndio deflagrou de imediato no mato que separa a estrada do aeródromo e começou a propagar-se devido ao vento forte. Os bombeiros foram chamados ao local mas 30 minutos depois ainda não haviam chegado. Os pilotos da equipa a que pertencia o avião solicitaram baldes para transportar água do chafariz e apenas assim foi apagado o incêndio, uma vez que o extintor não surtia qualquer efeito. No aeródromo, não estavam bombeiros de prevenção para o festival. Fonte da organização justificou o facto explicando que, dado o tamanho reduzido dos aviões, ficou sob alerta o quartel de Moreira para se deslocar ao local no caso de acidente. Certo é que as labaredas e o fumo chamavam a atenção de quem passava na estrada com automobilistas a parar para ver o que tinha acontecido.

Miguel Silva trazia consigo os baldes vazios após ter combatido o fogo. O avião que caiu era da sua equipa mas era pilotado por outro colega da Aero Car Control. Poucos minutos antes do acidente, estava bem disposto, perante a vasta assistência que aplaudiu as exibições. Miguel, de Famalicão, e Sérgio Resende, de Oliveira de Azeméis, estavam numa equipa de cinco. O avião maior, de 2,70 metros, era o mais parecido com os da Red Bull Air Race. Um helicóptero acrobático estava, entretanto, a ser pilotado por Sérgio Cruz, campeão nacional. Com movimentos em todos os ângulos e um voo frenético e complicado, fazia as delícias do público.

Entre os 27 pilotos, estavam três espanhóis. Júlio Santasmarinas chegara de Vigo com amigos e família, mais três planadores, apenas um com motor. No ar estiveram 40 aparelhos.

Fonte: Jornal de Notícias, Lisboa-Pt

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O MERCADOR DE ILUSÕES

Senador Mercadante
Quando a Corte portuguesa tentava forçar o Brasil a retornar à posição de colônia, emitiu um documento determinando o retorno imediato do Regente a Portugal, o que causaria um retrocesso no nosso processo político. No dia 9 de janeiro de 1822, o jovem D. Pedro precisou de 3 minutos para proferir uma frase histórica “ Se é para o bem de todos, e felicidade geral da nação, diga ao povo que Fico ! “

Hoje, 187 anos depois, quando a escória política brasileira tenta nos manter no fundo do poço ético, o que impede o nosso progresso político, um experiente senador precisou de 23 minutos para proferir seu epitáfio político “ se é para o bem da camarilha e para infelicidade geral da nação, diga ao povo QUE MICO !! “

É isso aí senador, Napoleão dizia que “ o clamor das batalhas, é que separa os homens dos meninos “, o senhor teve a chance de ser Homem, mas oPTou pelo menino carteiro carregador de cartas, diferente daquele jovem Imperador, que decidiu cortar seus laços com seu País e abriu mão de uma coroa européia, para organizar um novo País, fazê-lo independente, e cunhou em nossos peitos o orgulho de sermos brasileiros. O senhor escolheu o pessoal, ou melhor “ o seu pessoal “ .

Acabei de assistir ao seu pronunciamento. Que cena patética! Nem sombra daquele senador, que 2 dias antes, com toda empáfia, com voz firme e ótima entonação, tentou macular a carreira de uma profissional, que por mais de 30 anos desempenha com total competência e lisura o seu trabalho como funcionaria concursada da Receita Federal, tudo isso, para acobertar uma guerrilheira ladra e assassina, contumaz em mentiras, a ponto de falsificar seu currículo. Com certeza, se o senhor tivesse agido com aquela desenvoltura no passado, o Delubio, o Zé Dirceu, o Valdomiro, o Zé Paulo Cunha, o Silvinho do Jeep, e outros componentes dos 40, teriam sido condenados, e certamente o Ali Babá não o teria chamado à caverna, para lhe cobrar “ amizade “, e expô-lo ao ridículo.

O que vimos, foi um pato manco ou um boi castrado num curral de touros, gaguejando, abatido, e surpreso com um plenário ás moscas, sem seus liderados, que mostraram o quanto és “ imprescindível “ , tentando justificar o injustificável, e apresentando balelas.

Com dizia Andy Warhol “ todos temos o direito a 15 minutos de glória “, o senhor precisou de 23 minutos para enterrar o seu passado. Que pena que não tivesse continuado como professor de economia, que pena que não tenha usufruído da bolsa de estudos na Europa, assim, não teríamos presenciado o seu reconhecimento ao afirmar “ desilusão política e frustração por não conseguir resguardar seus princípios “, “ esbarramos no PMDB e na direção do meu Partido ( PT ) “, “ esta não foi nunca a minha posição “. A que ponto o senhor chegou, depois de confessar tanta abnegação política, fica fácil comprovarmos que o Dossiê existiu, e que nós já estávamos na presença de um Marionete.

O senhor citou Tocqueville “ O Parlamento existe para preservar as garantias “, é verdade senador, mas a afirmação de Alexis Tocqueville não era para garantir a impunidade dos pilantras, os atos secretos, o nepotismo, nem as mentiras ministeriais, senador, ele falava de garantias do povo. Mas num ponto, a biografia deste pensador francês se parece com a sua agora “ Ele não foi adotado nem pela esquerda nem pela direita, permanecendo suspeito á todos. “ Dessa, nem a Ideli Salva-ti !

Que farsa dizer que o Presidente não o tenha convencido após 5 horas de reunião, e que só o conseguiu com essa carta matinal, mentira, ele o esculhambou, e o senhor capachamente, lhe solicitou este bilhetinho, para justificar tamanha subserviência. É claro que sabemos que ele não consegue se expressar em 5 horas, e que precisaria de 5 dias para escrever aquela carta de 4 parágrafos, nota-se claramente o dedo do Ducci ou do Franklin : “ Dificuldades e divergências fazem parte de nossa caminhada, mas são menores que ela “, o Presidente tem razão, principalmente quando esta estrada termina no Tesouro Nacional ou na Petrobras; “ É o sacrifício que faz um mundo melhor “, mais uma filosofia do eminente, acadêmico e culto Presidente, e ele está certo, o mundo de vocês está muito melhor, agora existem coberturas, viagens, empregos para os pelegos,nepotismo, participação nos PACs, e etc.

Por que o senhor nos fez perder 23 minutos senador ? Seria muito mais fácil imitar seus professores : “ A crise não é minha, é do Senado “, “ Eu não sei quem é esse rapaz “, “ Essa nomeação foi feita pela Roseane “ ( SARNEY ); “ Toda minha fortuna veio da produtividade das minhas vaquinhas “ ( RENAM ) ; Eu não sabia de nada “ ( LULA ) ; “ Eu nunca vi essa mulher “ , “ Cadê sua agenda “ ( DILMA ).

Segundo o senhor “ conversei com minha mulher Regina, e com meus filhos Pedro e Mariana, refleti e tomei a decisão de sair, mas...me aconselhei com a Dilma, o Pallocci, o Zé Dirceu, o Berzoine, o João Pedro, a Ideli,o Lula, e até com o Arthur Virgilio, e eles me pediram pra ficar “. Senador, com esses conselheiros, Deus teria feito o Mundo em 2 dias, e consumiria os outros 5 pra cobrar entrada, e Ali Babá não teria procurado mais 31 facínoras pra completar seu bando.

Quem sabe se o senhor tivesse procurado a Senadora Marina, ou o Senador Arns, ou o Senador Cristovão, talvez eu não estivesse aqui escrevendo. Talvez eles ao invés de Tocqueville, citassem Immanuel Kant ( Crítica da Razão Pura ) “ Quem dispõem da liberdade de poder agir moralmente é alguém tão especial que não existe nada superior a essa pessoa “. “ Ele age de tal maneira que o motivo que o levou a agir passa a ser convertido em Lei Universal. “ ( KANT )

Quanto ao seu “ amigo Bispo lá do Norte “, que afirma que não se pode abandonar o barco ao primeiro sinal de entrada de água, ele está certíssimo, num mar de corrupção os últimos a abandonarem o barco são o Comandante e os ratos, como o Comandante ainda está Lá, fique mais um pouquinho.

Que cena pastelão o seu pedido de desculpas á Regina, ao Pedro e a Mariana, mas o senhor esqueceu os Paulos, os Josés, as Marias, os Carlos, as Sonias, etc. Aos milhões de pessoas, que assim como sua família acreditaram e elegeram a competência moral de um homem, que poderia ser uma alternativa digna pra nossa esperança. Nossa esperança, que havia superado o medo, acabou perdendo pra covardia.

Só espero senador, que os motivos que o levaram a esse débâcle moral, não estejam ligados a etmologia do seu nome : Mercadante, Mercador, Negociante :” Cidadão que através do comércio vende seus serviços e bens, em troca de dinheiros ou benesses “.

Pra finalizar senador, discordo do Joelmir Betting, que o comparou a um boneco ventríloquo : bem vestido, mexe com a boca, emite sons, sentado no colo do “ amigão “, pra mim, o senhor pareceu um fantoche, apesar de bem vestido, parecia um “ Trapo “ .

Tadeu Abrahão Fernandes